Células-zumbi: o segredo chocante do envelhecimento revelado! 🤯 Cientistas descobrem que células senescentes consomem MUITO mais energia. Saiba como isso afeta o corpo e o cérebro. #envelhecimento #ciência #saúde
O envelhecimento é frequentemente associado a uma diminuição do funcionamento do corpo: o metabolismo desacelera, a massa muscular diminui e o gasto energético cai. No entanto, a ciência revela um paradoxo intrigante. Algumas células envelhecidas, ao deixarem de desempenhar suas funções originais, começam a consumir mais energia.
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Essa descoberta, publicada na revista Nature, ajuda a explicar muitos dos efeitos negativos do envelhecimento no corpo e no cérebro.
As células envelhecidas também são conhecidas cientificamente como células senescentes, um termo que lembra a imagem de “células-zumbi”. Essas células param de se dividir e não exercem mais as funções que tinham quando eram jovens. Apesar disso, elas não morrem e permanecem ativas no organismo.
Por muito tempo, acreditava-se que essas células consumiam pouca energia, pois estavam “inativas”. No entanto, estudos recentes demonstraram que células senescentes podem ter uma taxa metabólica cerca do dobro da observada em células jovens. Esse aumento no consumo de energia ocorre porque essas células acumulam danos biológicos, como alterações no DNA, e liberam moléculas inflamatórias.
Essas moléculas ativam respostas do sistema imunológico, mas, quando persistentes, contribuem para o desgaste dos tecidos.
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Pesquisas recentes sugerem que o cérebro desempenha um papel central na coordenação dos efeitos do envelhecimento celular. Um modelo proposto pelos cientistas é o “modelo de conservação de energia cérebro-corpo”, onde o cérebro atua como um gestor de energia, redistribuindo recursos conforme as demandas do organismo mudam com a idade.
Quando células senescentes exigem mais energia, o cérebro pode reduzir o fornecimento para outras funções.
Outros fatores, como o encurtamento dos telômeros e a disfunção das mitocôndrias, também contribuem para o processo de envelhecimento celular. O GDF15, uma citocina, desempenha um papel importante, sendo um sinal de estresse celular enviado ao sistema nervoso central.
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