Futebol Brasileiro em Transformação: Novas Regras e Calendário para 2026
Em 2026, o futebol brasileiro está se preparando para uma grande mudança, buscando tornar o esporte mais dinâmico e justo. Após anos de discussões sobre o calendário e o uso de tecnologia, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou uma série de alterações que visam otimizar o calendário e aumentar a competitividade entre os clubes.
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Mudanças no Calendário e Novos Torneios
A CBF implementará uma série de novos torneios regionais e modificará o calendário dos campeonatos estaduais. O Brasileirão e a Copa do Brasil serão estendidos, começando em 28 de janeiro e terminando em 2 de dezembro. Os campeonatos estaduais ocorrerão entre 11 de janeiro e 8 de março, com um período de folga durante as finais.
Novos Torneios Regionais
Serão criados novos torneios regionais, como a Copa Sul-Sudeste, que contará com dois times de cada estado (SP, RJ, MG, RS, SC e PR). A Copa Verde será dividida em Copa Norte e Copa Centro-Oeste, com 12 clubes cada, e a Copa Verde terá seus vencedores disputando a final.
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Calendário Detalhado
O calendário de 2026 inclui os seguintes torneios: Estaduais (6 de janeiro a 8 de março), Copa do Nordeste (25 de março a 7 de junho), Copa Verde (25 de março a 7 de junho), Copa Sul-Sudeste (25 de março a 7 de junho), Copa do Brasil (18 de fevereiro a 6 de dezembro), Brasileirão (28 de janeiro a 2 de dezembro), Série B (21 de março a 28 de novembro), Série C (5 de abril a 25 de outubro) e Série D (5 de abril a 13 de setembro).
Tecnologia e Fair Play Financeiro
Para auxiliar na tomada de decisões sobre impedimentos, a CBF implementará o impedimento semiautomático, uma tecnologia já utilizada na Europa e na Copa do Mundo de 2022. Essa tecnologia utilizará chips nas bolas e câmeras estrategicamente posicionadas para gerar uma imagem 3D e determinar se houve impedimento com mais rapidez e precisão.
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Fair Play Financeiro
Além da tecnologia, a CBF implementará o Domestic Transfer Matching System (DTMS) para monitorar os gastos dos clubes brasileiros. Os clubes deverão registrar os custos de transferências, contratos de atletas e dívidas no sistema, permitindo que a CBF monitore e garanta o fair play financeiro.
