Cassavida: De Ideia Universitária a Marca Boliviana em Crescimento

Cassavida: de projeto universitário a marca boliviana de sucesso! Carlos e Christina Schenstrom resgatam ideia e investem US$ 1 milhão.

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(Imagem de reprodução da internet).

Cassavida: Da Ideia Universitária ao Sucesso de uma Marca Boliviana

A pandemia de Covid-19 impulsionou Carlos e Christina Schenstrom a revisarem planos de negócios antigos, resgatando um projeto que vinha adormecido desde os tempos de universidade. Em 2021, eles lançaram a Cassavida, uma marca de salgadinhos boliviana, com foco em mandioca e queijo artesanal.

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Inicialmente, a operação foi um projeto paralelo, mas, após quatro anos e investimentos de quase US$ 1 milhão, a empresa se transformou, com projeções de faturamento de US$ 500 mil em 2026.

Do Desejo à Execução: A Origem da Cassavida

A ideia surgiu durante os estudos na Universidade do Kansas, quando os irmãos buscavam unir a identidade cultural boliviana com o potencial de mercado. O produto escolhido foi o cuñapé, um petisco tradicional sem glúten, feito com mandioca e queijo, que, segundo eles, tinha grande potencial para atrair consumidores americanos.

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Com o impacto da pandemia, eles retomaram o plano original e deram início à Cassavida.

Estruturação de Capital e Crescimento

Os primeiros investimentos foram de cerca de US$ 200 mil, mas se mostraram insuficientes. Em 2023, os fundadores realizaram uma reformulação da marca, contratando a agência californiana Dayjob, especializada em bens de consumo emergentes, como a David’s Bar.

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No mesmo ano, construíram uma fábrica própria na Bolívia, elevando o investimento acumulado para quase US$ 1 milhão.

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