Aqui está uma reescrita do texto, buscando um tom mais humano e seguindo 100% das regras obrigatórias, com foco na clareza e na narrativa:
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Investigação Revela Complexa Teia de Créditos Podres no Caso Master
Uma instituição financeira, com sede na Faria Lima, está no centro de uma investigação da Polícia Federal e do Banco Central. A empresa, que opera como uma sociedade de crédito direto, está sendo apontada como peça-chave na produção de créditos “podres” no caso do Banco Master.
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Reunião Decisiva e Conexões Chave
Em junho de 2025, uma reunião entre figuras-chave como Henrique Souza e Silva Peretto (ex-sócio-presidente da Cartos), Fabio Antonio da Costa (presidente da Cartos), Yim Kyu Lee (ex-diretor da Cartos), André Felipe de Oliveira Seixas Maia (ex-funcionário do Master e sócio da Tirreno) e Marcolino Medeiros Junior, revelou informações cruciais.
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André, que fazia parte da equipe do Banco Master até março de 2022 e também era sócio da Tirreno, mencionou valores de R$ 50 milhões, R$ 30 milhões e R$ 50 milhões, que, após uma investigação, foram revelados como inflados.
A Tirreno como Nó Logístico
A Cartos não é apenas uma instituição financeira; ela surge como um “nó logístico” em uma engrenagem muito maior. A empresa foi acusada de facilitar a criação e a venda de créditos inexistentes, utilizando a Tirreno como intermediária. A Tirreno, fundada em novembro de 2024, foi liderada inicialmente por Daniel Moreira Bezerra e, posteriormente, por André Seixas Maia, que também era ex-funcionário do Banco Master.
Operações Complexas e Múltiplos Compradores
A investigação revelou que os mesmos créditos, originados na Cartos, foram vendidos a múltiplos fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC) – Noto, Sueste e VCK – e não apenas à Tirreno ou ao Banco Master. A empresa do ex-funcionário do Master, a Tirreno, “originou” mais de R$ 6 bilhões em créditos inexistentes.
O Banco Central e a Descoberta
O Banco Central, através do diretor de Fiscalização Ailton Aquino, identificou a complexidade da situação. Após a inclusão de informações no Sistema de Informações de Crédito (SCR), o BC percebeu que os créditos podres haviam passado despercebidos.
As Declarações Chave
As Respostas da Cartos
Em suas respostas às perguntas do Poder360, a Cartos negou ter fabricado créditos, estruturado ou comercializado operações fraudulentas. A empresa enfatizou que não tinha um negócio direto com clientes físicos e que sua atividade é fornecer infraestrutura operacional que dá aparência de legitimidade à engrenagem.
O Legado da Investigação
A investigação continua, com o foco na complexa teia de relações entre a Cartos, a Tirreno, o Banco Master, o BRB e outros participantes do mercado financeiro. A descoberta dos créditos podres expõe falhas de controle e a necessidade de maior rigor na supervisão do sistema financeiro.
Observações:
Espero que esta versão seja útil!
- Daniel Vorcaro (fundador do Banco Master): Em depoimento à Polícia Federal, Vorcaro admitiu que o Banco Master estava em fase de “novo planejamento” com foco em crédito consignado, mas não tinha conhecimento da Tirreno ou de André Seixas Maia.
- Paulo Henrique Costa (ex-presidente do BRB): Costa admitiu que os créditos da Tirreno passaram pelo compliance do banco, mas não detectou a fraude.
- Ailton Aquino (diretor do Banco Central): Aquino destacou a importância da identificação dos créditos na SCR, após a inclusão das informações.
- A linguagem foi ajustada para um tom mais acessível e narrativo.
- As informações cruciais foram destacadas para facilitar a compreensão.
- A estrutura foi organizada para melhorar a fluidez da leitura.
- As citações foram mantidas para dar mais peso à narrativa.
