Carla Zambelli: Julgamento da extradição adiado na Itália! 🚨 Após recurso, ex-deputada aguarda decisão crucial. Saiba mais!
A Justiça italiana adiou nesta terça-feira, 10 de fevereiro de 2026, o julgamento da extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli. A decisão, tomada após a defesa da congressista apresentar um recurso, visa alterar a composição dos magistrados que irão julgar o caso, alegando falta de imparcialidade.
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O tribunal romano agendou a data do julgamento para a próxima quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026.
Carla Zambelli está aguardando a decisão da Justiça italiana desde julho de 2025, quando foi detida em um apartamento em Roma. A ex-deputada foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão, acusada de invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com o hacker Walter Delgatti Neto.
A situação se agravou após a sua saída da Câmara dos Deputados, decretada pelo ministro Alexandre de Moraes no dia seguinte à condenação.
Em maio de 2025, o STF já havia condenado Carla Zambelli a 10 anos de prisão e ao pagamento de R$ 2 milhões por danos coletivos, decorrentes da invasão ao sistema do CNJ. A decisão resultou na prisão preventiva da deputada. As investigações apontam Zambelli como a autora intelectual da invasão, com o objetivo de emitir um mandado falso de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes.
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O ataque hacker foi executado por Walter Delgatti, que também foi condenado e alegou ter agido sob as ordens da congressista.
Em junho de 2026, Carla Zambelli deixou o Brasil e passou a ser considerada foragida. Seu nome foi incluído na lista vermelha da Interpol, a pedido do ministro Alexandre de Moraes. Em julho, ela foi presa em Roma, capital da Itália. O governo brasileiro então solicitou a extradição de Carla Zambelli, formalizando o pedido através do Itamaraty ao governo italiano.
Adicionalmente, em agosto de 2026, Carla Zambelli foi condenada pelo STF a 5 anos e 3 meses de prisão por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal contra o jornalista Luan Araújo em São Paulo, na véspera do 2º turno das eleições de 2022.
A decisão resultou na perda do mandato parlamentar, com o pagamento de uma multa de 400 salários mínimos vigentes em 2022, com atualização monetária.
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