Justiça age para impedir fuga de adolescente em caso de morte de cão Orelha! Polícia Civil busca garantir que o caso avance com o apoio da Justiça e da Polícia Federal
A Polícia Civil de Santa Catarina intensificou as medidas para garantir que o adolescente sob investigação pela morte do cão Orelha, ocorrida na Praia Brava, em Florianópolis, não possa deixar o país. A solicitação formal de apreensão do passaporte foi apresentada à justiça, com o apoio da Polícia Federal, que também foi comunicada sobre o pedido.
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O objetivo principal é garantir que o caso prossiga dentro do sistema judicial.
Em comunicado, a Polícia Civil informou que o Ministério Público de Santa Catarina se manifestou favoravelmente à medida. A instituição tem acompanhado de perto o desenvolvimento da denúncia relacionada aos envolvidos no caso, juntamente com as provas já coletadas durante as investigações sobre a morte do cão.
A equipe da Polícia Civil tem trabalhado continuamente para assegurar que o processo avance de forma eficiente.
No entanto, a investigação apresenta algumas divergências com o Ministério Público. Em uma comunicação recente, o MP anunciou que solicitará à Polícia Civil a realização de diligências complementares nas investigações. A 10ª Promotoria de Justiça, responsável pela área de Infância e Juventude, e a 2ª Promotoria de Justiça, focada em crimes criminais, também expressaram a necessidade de mais esclarecimentos e uma reconstrução mais precisa dos eventos que levaram à morte do cão.
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O Ministério Público identificou algumas lacunas na apuração, especialmente em relação à possível participação de adolescentes em atos infracionais análogos a maus-tratos contra animais. A investigação se concentra em um caso envolvendo um cão comunitário.
A Polícia Civil, por sua vez, argumenta que existe base legal para o pedido de internação do adolescente suspeito. Além disso, a equipe investigativa está apurando a possível prática de coação e ameaças envolvendo familiares dos adolescentes e um porteiro de um condomínio da Praia Brava.
A investigação utilizou tecnologia importada e análise de imagens de câmeras de segurança para identificar o autor do crime. Mais de mil horas de filmagens captadas por 14 câmeras foram analisadas, assim como as declarações de 24 testemunhas. As imagens foram cruciais para determinar as roupas usadas pelo suspeito no dia do crime e confirmar que ele saiu do condomínio na madrugada.
A análise das filmagens, juntamente com as depoções, são elementos fundamentais para o caso.
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