Candidato peruano contesta votos no exterior em eleições de 2026

O candidato a presidente do Peru, lanceou uma contestação formal, buscando a anulação dos votos emitidos por eleitores no exterior durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A medida, que poderia impactar cerca de 300.000 votos, surge em um cenário onde a candidata de direita, demonstra uma leve vantagem.
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Desempenho Eleitoral e Contestações
Com 99,716% das urnas já computadas até as 8h desta terça – feira (23.jun.2026), a candidata de Fuerza Popular liderava com 50,111% dos votos, em contraste com os 49,889% de Sánchez. A diferença de 40.600 votos, no entanto, reacendeu a disputa e impulsionou o candidato a buscar uma revisão do processo.
Até o momento, mais de 19 milhões de votos foram registrados, refletindo a alta participação eleitoral no Peru. A contagem total ainda está em andamento, com a análise de atas impugnadas que abrangem quase 82.000 votos, um fator crucial para a declaração oficial do resultado.
Alegações de Irregularidades e Reações
O candidato Sánchez apresentou o pedido de nulidade de ofício, solicitando que o Júri Nacional de Eleições avalie a validade das eleições realizadas nas 119 repartições consulares peruanas no exterior. Ele acusou o Poder Executivo, através da Chancelaria, de ter introduzido modificações irregulares no segundo turno presidencial, especificamente durante a votação no exterior.
Sánchez argumentou que houve irregularidades administrativas e de custódia por parte do organismo eleitoral na votação no exterior, que representa quase 300.000 votos. Ele estima que, excluindo esses votos, sua vantagem sobre a adversária seria de aproximadamente 25.000 votos.
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Avaliações Externas e Solicitações
Missões de observação da OEA (Organização dos Estados Americanos) e da União Europeia declararam que a votação transcorreu de forma regular, enfatizando a importância de aguardar a conclusão da apuração e da análise dos recursos apresentados.
Os grupos de observação pediram que candidatos e eleitores mantenham a calma e aguardem os resultados finais, buscando evitar tensões e garantir a legitimidade do processo eleitoral.
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