Canadá condena morte de canadense nas mãos de autoridades iranianas

Ministra do Canadá, Anita Anand, lamenta morte de cidadão canadense “nas mãos das autoridades iranianas”. Protestos no Irã: mais de 2.400 mortos, aponta HRANA.

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(Imagem de reprodução da internet).

A ministra das Relações Exteriores do Canadá, Anita Anand, anunciou a morte de um cidadão canadense, ocorrida “nas mãos das autoridades iranianas”. A ministra expressou seus “mais profundos sentimentos” à família da vítima, que está sendo acompanhada por funcionários consulares no Canadá.

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Repressão aos Protestos no Irã

Segundo informações, mais de 2.400 manifestantes foram mortos na repressão aos protestos antigovernamentais no Irã, que iniciaram há pouco mais de duas semanas. A Human Rights Activists News Agency (HRANA), sediada nos EUA, divulgou essa estimativa.

A CNN não conseguiu verificar os números da HRANA.

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Exigência de Fim da Violência

A ministra Anand destacou que os protestos pacíficos do povo iraniano, buscando expressar suas demandas diante da repressão e das violações dos direitos humanos, levaram o regime a desrespeitar a vida humana. Ela enfatizou a necessidade de que essa violência cesse e que o Canadá condena e exige o fim imediato da violência do regime iraniano.

Contexto dos Protestos

Os protestos começaram como uma reação à inflação desenfreada, mas se expandiram pelo país, transformando-se em manifestações mais amplas contra o regime. A preocupação com a inflação atingiu o ápice com o aumento repentino dos preços de produtos básicos, como óleo de cozinha e frango, e o desaparecimento de alguns desses itens das prateleiras.

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A situação foi agravada pela decisão do banco central de interromper um programa de acesso a dólares americanos, o que levou ao aumento dos preços e ao fechamento de algumas lojas.

Resposta do Líder Supremo Iraniano

O líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, criticou os Estados Unidos, pedindo ao presidente Donald Trump que se concentrasse em seu próprio país. Organizações de direitos humanos relataram centenas de mortes desde o início dos protestos.

O Irã se encontra praticamente isolado do mundo exterior, conforme registrado nas maiores manifestações nacionais até então.

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