A disputa pela vaga no Tribunal de Contas da União (TCU) ganha contornos de uma batalha política complexa, impulsionada pela aposentadoria do ministro Aroldo Cedraz. Atualmente, pelo menos cinco candidatos disputam a indicação, com o governo e a oposição buscando consolidar seus nomes para a decisão final.
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Articulação Política e Candidaturas
A base governista lançou um nome como candidato, enquanto partidos do Centrão e da oposição articulam ao menos quatro candidaturas. A prerrogativa de indicar um substituto recai sobre a Câmara dos Deputados, refletindo a dinâmica do poder no cenário político brasileiro em 2026.
Candidatos em Destaque
Entre os nomes em disputa, destacam-se Odair Cunha (PT-MG), com o apoio do governo e de Hugo Motta, e Danilo Forte (União Brasil), que busca a unificação das candidaturas da oposição. Outros nomes incluem representantes do PSD-RJ e da União Brasil-BA, com diferentes níveis de apoio.
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Negociações e Estratégias
As negociações são intensas, com petistas buscando atrair Altineu, presidente do PL no Rio, para a candidatura de Odair Cunha. Em contrapartida, o governo promete apoiar a candidatura de Altineu em futuras oportunidades. O ministro Augusto Nardes (Republicanos) também avalia a possibilidade de disputar uma vaga ao Senado, buscando contornar a resistência do Centrão ao nome de Odair Cunha.
Temas em Debate e Críticas
A escolha do candidato ao TCU envolve questões como a influência do PT no tribunal, a necessidade de unidade na oposição e a preocupação com a qualidade dos indicados. Críticas são direcionadas a nomes como Jonathan de Jesus, último indicado ao TCU e apadrinhado pelo PP-AL, devido a questionamentos sobre o acesso do Banco Central a documentos da instituição financeira.
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Unidade e Alianças
Danilo Forte defende a unificação das candidaturas da oposição, argumentando que o PT já possui influência relevante no TCU. Ele critica alianças “esdrúxulas”, como a entre o PT e o PL, e questiona a postura de patrocinar uma candidatura que defende o sistema político vigente.
