Câmara se opõe à autonomia do Banco Central! Presidente defende cautela após caso Banco Master. Leia agora!
O presidente da Câmara dos Deputados, representando o partido Republicanos-PB, declarou nesta terça-feira, 10 de fevereiro de 2026, que “não está no horizonte discutir a autonomia do Banco Central”. A declaração foi feita durante sua participação na CEO Conference Brasil 2026, um evento organizado pelo BTG Pactual.
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O parlamentar enfatizou que a instituição financeira tem tomado as medidas necessárias, sem interferência política, em resposta aos recentes acontecimentos, referindo-se ao caso envolvendo o Banco Master.
Motta ressaltou que a Câmara dos Deputados se orgulha de ter liderado a aprovação da autonomia do Banco Central, considerando-a fundamental para a segurança jurídica e a estabilidade econômica do país. Ele argumentou que a autonomia do Banco Central promoveu uma percepção de segurança, previsibilidade e confiança nas instituições financeiras, impactando positivamente a sociedade brasileira.
Em relação ao caso do Banco Master, o presidente da Câmara expressou apoio à continuidade das investigações, reiterando a necessidade de evitar condenações precipitadas. No entanto, destacou que a Casa precisa seguir o procedimento estabelecido em seu regimento para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) específica para o caso, garantindo o devido processo legal.
A posição da Câmara contrasta com a defendida pelo líder do PT na Câmara, representando o partido no estado de Santa Catarina. Em uma declaração feita no sábado, 7 de fevereiro de 2026, o deputado enfatizou a importância de discutir a autonomia do Banco Central e sua relação com outras instituições financeiras presentes no Congresso Nacional.
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Essa posição foi formalizada através de uma resolução aprovada pelo diretório nacional do partido na sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também abordou o tema em um evento na segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026, defendendo a ampliação do perímetro regulatório e a autonomia financeira e orçamentária do Banco Central, visando lidar com o crescente número de instituições financeiras sob sua supervisão.
A discussão sobre o perímetro regulatório dos bancos centrais se tornou um ponto central na agenda econômica.
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