Câmara Ajuíza Anulação de Provas em Operação “Tuca”. Pedido ao STF busca anular provas da PF contra assessora da presidência.
A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados protocolou no Supremo Tribunal Federal um pedido para a anulação das provas coletadas pela Polícia Federal durante a operação denominada “Tuca”. A ação foi formalizada em dezembro e direcionada ao ministro Flávio Dino.
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O pedido também inclui a solicitação de que Tuca seja reintegrada ao cargo que ocupa desde março de 2021, como chefe da Assessoria Especial do gabinete da presidência da Câmara.
A investigação conduzida pela Polícia Federal investiga suspeitas de irregularidades na utilização de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares. Tuca possui um histórico relevante, tendo sido assessora do deputado (PP-AL) que liderou a Câmara dos Deputados de 2021 a 2025.
O parlamentar alagoano é considerado um importante aliado político do atual presidente da Câmara, filiado ao partido Republicanos-PB.
A Mesa Diretora da Câmara é composta por 7 integrantes, incluindo Hugo Motta, com 4 suplentes. O Poder360 buscou o presidente da Câmara para obter sua versão sobre o caso, porém, até o momento da publicação desta reportagem, não houve resposta.
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Segundo dados disponíveis no site da Câmara, Tuca recebe um salário de R$ 23.732,92 (R$ 17.425,17 líquidos após os descontos), além de benefícios no valor de R$ 1.784,42. O Poder360 entrou em contato com a defesa da funcionária, mas ainda aguarda posicionamento até o momento da publicação.
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