Café, açúcar e cacau despencam! Quedas recordes nos contratos futuros chocam o mercado global. Saiba mais!
Os contratos futuros de café arábica registraram uma nova queda nesta quinta-feira (5) na Bolsa de Nova York, influenciados por um cenário de expectativas de oferta global mais robusta. O vencimento para março operou com uma diminuição de 0,45%, fechando a US$ 3,0725 por libra-peso.
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A pressão sobre o mercado vem, em grande parte, das projeções de aumento na produção de café nos principais países produtores, como Brasil e Vietnã, conforme apontam análises do Barchart e do Itaú BBA.
O Itaú BBA destacou que a safra de 2026/27, que abrange o período de julho a junho, deverá alcançar um volume de 69,3 milhões de sacas, representando um crescimento de 10,1% em relação à temporada anterior. Essa perspectiva de maior oferta é um fator chave na atual dinâmica do mercado de café.
Paralelamente, o mercado de açúcar também acompanhou uma tendência de queda. O contrato para março da Bolsa de Nova York sofreu uma redução de 0,83%, fechando a 14,44 centavos de dólar por libra-peso. A Czarnikow previu um excedente global de 3,4 milhões de toneladas para a safra 2026/27, enquanto a StoneX projetou um aumento na produção de 2,9 milhões de toneladas para 2025/26.
No mercado de cacau, houve uma retomada dos ganhos após um período de quedas consecutivas na Bolsa de Nova York. O contrato com vencimento para março registrou uma valorização de 2,09%, atingindo US$ 4.086 por tonelada. O mercado continua atento ao excesso de oferta global, com a StoneX prevendo um excedente de cacau de 287 mil toneladas para a safra 2025/26 e de 267 mil toneladas para 2026/27.
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