Cães com pelagem azul em Chernobyl: causa chocante revelada por estudo

Cães azulados em Chernobyl: estudo aponta sujeira e hábitos como causa da coloração da pelagem. Descubra a explicação do PhD Thimothy Mousseau.

09/12/2025 12:34

2 min

Cães com pelagem azul em Chernobyl: causa chocante revelada por estudo
(Imagem de reprodução da internet).

Após a divulgação de fotos de cães com pelagem azul pela organização Clean Future Fund (CFF) em outubro, a internet se interessou pela origem da coloração dos animais. Houve especulações sobre a causa, incluindo a possibilidade de mutações genéticas devido à radiação no local.

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Explicação da CFF

A organização, através do programa Dogs of Chernobyl, confirmou a autenticidade das imagens, tiradas em 6 de outubro. A explicação para a coloração é baseada em um comportamento comum entre cães.

Origem do Corante

Segundo o consultor científico, o PhD Thimothy Mousseau da University of South Carolina, a pelagem azul provém de um banheiro químico tombado, onde os cães rolaram, algo frequente em cães, similar ao comportamento com caixas de areia de gato.

A coloração é resultado de sujeira e hábitos anti-higiênicos, como o consumo de fezes, comum em cães.

Resistência ao Câncer e Estudos

Mousseau também abordou outras crenças sobre os cães em Chernobyl. Ele esclareceu que não há evidências robustas de aumento de casos de câncer na região.

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As taxas de câncer estão dentro da normalidade, conforme pesquisas realizadas.

Estudos indicam que a radiação em áreas altamente contaminadas tem efeitos negativos, enquanto áreas menos afetadas apresentam fauna e flora relativamente saudáveis.

Lobos, por exemplo, se saem melhor devido à menor pressão de caça.

Fatores que Influenciam a Saúde dos Cães

Mousseau ressaltou que a idade dos animais também é um fator crucial. As condições para cães domesticados na região são desfavoráveis, impactando suas expectativas de vida.

Cânceres são frequentemente doenças da velhice, e a maioria dos cães, nas condições adversas da região, não vive tempo suficiente para desenvolver a doença, mesmo que geneticamente predispostos.

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