CAE Cria Grupo de Trabalho para Desvendar Fraudes Bilionárias no Setor Financeiro!

CAMELEÃO FINANCEIRO: CAE Cria Grupo para Desvendar Fraudes no Setor! 🚨 Investigação complexa após caso Banco Master. Clique e saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

CAE Cria Grupo de Trabalho para Investigar Fraudes no Setor Financeiro

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) formalizou nesta quarta-feira, 4 de fevereiro de 2025, a criação do Grupo de Trabalho (GT) dedicado a investigar as complexas fraudes que envolvem o setor financeiro. O colegiado, presidido pelo senador da sigla MDB-AL, buscará aprofundar o conhecimento sobre as operações suspeitas, sem entrar em conflito com outras investigações em andamento.

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Objetivos do Grupo de Trabalho

O presidente do GT enfatizou que o grupo não tem como objetivo competir com uma possível Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o tema. A intenção é oferecer um suporte complementar, considerando que a fiscalização do sistema financeiro é uma competência exclusiva da CAE.

O grupo poderá realizar reuniões, solicitar informações e apresentar propostas legislativas relacionadas ao caso.

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Composição do Grupo de Trabalho

A comissão especial conta com a participação de senadores dos seguintes partidos: MDB-SE, Republicanos-DF, MDB-AM, PP-SC, MDB-AL, PDT-DF e PT-AP. A equipe poderá solicitar a convocação de pessoas envolvidas e autoridades, além de requisitar documentos e informações relevantes para a investigação.

Limitações do Grupo de Trabalho

Diferentemente de uma CPI, o GT não terá o poder de solicitar a prisão de suspeitos ou a quebra de sigilos bancário, fiscal ou telefônico, a menos que haja aprovação do plenário do Senado. A investigação se concentrará em coletar dados e informações para subsidiar futuras ações legislativas e de fiscalização.

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Contexto da Investigação

A iniciativa da CAE surge em meio à complexa investigação do caso Banco Master, que apura suspeitas de crimes financeiros envolvendo operações bilionárias consideradas atípicas. A operação Compliance Zero, da Polícia Federal, desmantelou um esquema de fraudes estimado em R$ 12 bilhões, resultando na liquidação do banco e na prisão de seu proprietário, um banqueiro de destaque, além de outros investidores envolvidos.

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