Cade investiga Microsoft por práticas em nuvem e software corporativo. O órgão antitruste analisa atuação da empresa no Brasil e possíveis impactos à concorrência com AWS e Google
A Superintendência-Geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) iniciou uma investigação contra a Microsoft, visando apurar possíveis infrações à ordem econômica. A ação se concentra nas atividades da empresa nos mercados de software corporativo e computação em nuvem, conforme comunicado nesta sexta-feira (2).
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O objetivo é analisar a atuação da companhia no Brasil.
A decisão do Cade foi motivada por uma recomendação da área técnica do órgão antitruste. Essa recomendação se baseia em um relatório da CMA (Autoridade de Concorrência e Mercados) do Reino Unido, divulgado em julho do ano passado. O relatório apontou impactos negativos à concorrência decorrentes das práticas da Microsoft.
Segundo a nota técnica, a situação em análise no Brasil envolve a capacidade competitiva de concorrentes como AWS (Amazon Web Services) e Google, especialmente no fornecimento de serviços de computação em nuvem. A análise destaca que esses serviços são considerados “insumo essencial” para clientes que utilizam softwares Microsoft.
O Valor Econômico noticiou a decisão do Cade anteriormente. A investigação busca determinar se a Microsoft exerceu poder de mercado de forma a prejudicar a concorrência no setor de computação em nuvem e software corporativo.
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