Cabo Santana: corpo é encontrado em Embu-Guaçu; suspeitos sob investigação pela Polícia Civil e Militar de SP.
A Polícia Militar e a Polícia Civil de São Paulo informaram a localização de um corpo, na manhã de domingo (11). A principal linha de investigação aponta para o cabo Santana, desaparecido desde a última quarta-feira (7). Familiares reconheceram as roupas encontradas no local e confirmaram que a aliança no corpo pertence ao policial, aguardando confirmação oficial por meio de exames periciais.
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A localização do corpo foi resultado de um trabalho integrado entre a Polícia Militar e a Polícia Civil, com apoio do Comando de Operações Especiais e do canil da PM, utilizando a cadela Danka. A ação coordenada, que culminou na descoberta do local, ocorreu após tentativas infrutíferas na data anterior.
As investigações indicam que o cabo Santana estava no bairro Jardim Horizonte Azul com um amigo, Isaque, quando um conhecido, Riclecio, apareceu. Riclecio tentou usar cocaína e foi repreendido pelo policial. Após uma discussão e um pedido de desculpas, ele revelou que Fabrício era policial militar.
Isaque foi chamado ao local e levou o cabo Santana, que foi desarmado e submetido a um evento denominado “tribunal do crime”, resultando em sua condenação à morte, segundo a polícia. As investigações seguem para confirmar essa hipótese.
Imagens de câmeras de segurança mostraram um suspeito, conhecido como “Gato Preto”, conduzindo um Chevrolet Corsa, enquanto outro homem dirigia o carro da vítima até o local do incêndio. A polícia seguiu até uma área de chácaras em Embu-Guaçu, auxiliando na delimitação do perímetro onde o corpo foi descartado.
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Em um sítio da região, foram encontrados vestígios de terra recentemente mexida, levando à prisão temporária do proprietário, André. A polícia investiga a possível ligação de André com o Primeiro Comando da Capital (PCC), embora ainda não haja confirmação de sua participação na morte do policial.
Isaque, apontado como envolvido com o tráfico de drogas, também está sob investigação, assim como a possível ligação com facções criminosas. A polícia acredita que pelo menos quatro pessoas participaram da execução e do descarte do corpo e do veículo.
As investigações continuam e novas prisões não estão descartadas.
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