BTG Pactual projeta 220 mil pontos para o Ibovespa em 2026, com cenário positivo e influência de fatores econômicos e políticos. Banco destaca PIBs e queda da inflação
O Banco BTG Pactual projeta um cenário otimista para o Ibovespa em 2026, com um possível alcance de 220 mil pontos, dependendo de fatores econômicos e políticos. A instituição destaca a importância do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), inflação controlada e mudanças na política fiscal para atingir esse patamar.
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Para o primeiro trimestre do ano, o principal motor de valorização das ações seria a expectativa de queda nas taxas de juros. O banco relembra que o desempenho das ações brasileiras em 2025 foi notável, superando o índice S&P 500 e outros mercados emergentes, impulsionado por fatores externos como a flexibilização da política monetária americana e a diversificação de investimentos.
A política monetária americana e a queda das taxas de juros são apontadas como importantes impulsionadores do Ibovespa. A expectativa é que, mesmo com menor impulso dos EUA, a queda das taxas no Brasil continue a sustentar os mercados locais.
A proximidade das eleições presidenciais, marcadas para outubro, pode adicionar volatilidade ao mercado. O BTG destaca que o Congresso brasileiro estará em recesso até 2 de fevereiro, o que pode reduzir o fluxo de notícias políticas. A candidatura do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro é vista como um cenário de risco, enquanto um resultado eleitoral favorável poderia ser bem recebido pelos investidores.
O BTG projetou três cenários para o Ibovespa em 2026. Em um cenário positivo, com forte crescimento econômico e juros reais mais baixos, o índice poderia atingir cerca de 186 mil pontos. Em um cenário ainda mais favorável, com um resultado eleitoral positivo, a valorização poderia chegar a 38%.
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Em um cenário mais desafiador, com desaceleração econômica e desorganização fiscal, o índice poderia cair para cerca de 120 mil pontos.
O banco recomenda um portfólio equilibrado para o curto prazo, com exposição a setores beneficiados pela queda das taxas, como serviços públicos, varejo, infraestrutura e empresas de fluxo de caixa de longo prazo. Os investidores devem estar preparados para aumentar a proteção e reduzir o risco.
Além da Selic, outros fatores como a situação fiscal do Brasil e o crescimento econômico mais moderado também influenciarão o desempenho da Bolsa.
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