Bruno Fernandes expõe denúncias de má gestão no Capixaba Sport Club, clube do Espírito Santo. Goleiro critica “vagabundagem” e salários atrasados. Ex-jogador aponta para problemas financeiros
O goleiro Bruno Fernandes, que em 2013 foi condenado por envolvimento na morte de Eliza Samudio, teve sua saída do Capixaba Sport Club, clube do Espírito Santo, marcada por denúncias de problemas financeiros e condições precárias para os atletas.
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O atleta expressou sua insatisfação, alegando a existência de “vagabundagem e pilantragem” dentro do clube.
Bruno Fernandes afirmou que sua demissão se deve à cobrança por melhores condições de trabalho, incluindo o pagamento de salários atrasados. Ele declarou que está deixando o time “com a cabeça erguida”, reiterando sua oposição a práticas consideradas abusivas.
O atleta também mencionou a falta de estrutura adequada, como alimentação e alojamento, classificando seus colegas como “heróis” e apontando para os salários em atraso.
O presidente do Capixaba Sport Club, Daniel Costa, negou as irregularidades. Ele justificou os impactos financeiros sofridos pelo clube, decorrentes da repercussão negativa relacionada a questões pessoais do atleta, que foram associadas à imagem da instituição.
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Costa também assegurou que não existem salários atrasados, enfatizando o compromisso do clube com o papel social do esporte e a ressocialização de jovens atletas.
Em 2013, Bruno Fernandes foi condenado por homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver no caso envolvendo Eliza Samudio. Em 2019, ele obteve a progressão para o regime semiaberto. Atualmente, o atleta também atua pelo Rive Atlético Clube, um time amador de Alegre, no Espírito Santo.
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