Banco de Brasília entrega plano ao BC para evitar crise! 🚨 Recomposição do balanço e liquidez em jogo. Investigações sobre Master sob o foco. Saiba mais!
O Banco de Brasília (BRB) entregou ao Banco Central (BC) nesta sexta-feira (6) um plano abrangente com o objetivo de recompor o balanço da instituição e fortalecer sua liquidez. A apresentação foi feita diretamente pelo presidente do banco, Nelson Antônio de Souza, ao diretor de Fiscalização do BC, Gilneu Vivan, com a presença também do secretário de Economia do Distrito Federal, Daniel Izaias.
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Segundo o BRB, o plano contempla ações preventivas que serão implementadas caso seja comprovada a necessidade de um aporte financeiro do governo do Distrito Federal (GDF). A execução do plano depende da conclusão das investigações em andamento, que envolvem as operações com o Banco Master.
O banco enfatiza que o objetivo principal é garantir a sustentabilidade da instituição, a estabilidade de suas operações e a transparência para clientes, investidores e parceiros.
Embora o BRB não tenha divulgado valores no comunicado oficial, informações anteriores revelaram que o diretor de Fiscalização do BC, Ailton de Aquino, mencionou um rombo de R$ 5 bilhões no balanço do banco devido às operações com o Banco Master.
O plano apresentado ao BC visa proteger os clientes do BRB e assegurar o funcionamento contínuo da instituição.
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O BRB explora diversas possibilidades para levantar capital, incluindo a venda de ativos de alta qualidade, como crédito consignado e antecipação de saques do Fundo de Garantia. Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, o banco distrital teria vendido cerca de R$ 5 bilhões em ativos.
Além disso, o BRB está negociando a venda de carteiras de crédito concedidas a estados e municípios, com garantias do Tesouro Nacional, o que poderia render cerca de R$ 730 milhões. O banco também busca se desfazer de fundos de investimento adquiridos do próprio Banco Master.
As apurações em curso investigam a compra pelo BRB de cerca de R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito do Master, com ativos superfaturados ou inexistentes. O BRB afirma que aproximadamente R$ 10 bilhões desses valores foram substituídos ou liquidados, e nega o bloqueio de bens.
O banco busca, através do plano apresentado, garantir a estabilidade e a transparência em um momento de grande incerteza.
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