Brasileiros retornam à Venezuela após retorno seguro por Pacaraima

Brasileiros retornam à Venezuela após acompanhamento do Exército. Fluxo migratório normalizado em Pacaraima, com atenção no Congresso à crise.

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(Imagem de reprodução da internet).

Brasileiros que se encontravam na Venezuela conseguiram retornar ao Brasil no último sábado, 3. O retorno ocorreu pela cidade de Pacaraima, em Roraima, com o acompanhamento do Exército Brasileiro, que informou que não havia riscos imediatos na região fronteiriça.

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A situação se desenvolveu em meio a tensões, relacionadas à ofensiva militar dos Estados Unidos em território venezuelano, que resultou na morte de um militar e de sua esposa, Cilia Flores.

Fluxo Migratório Normalizado

Apesar da decisão do governo venezuelano de fechar a fronteira, o fluxo de pessoas em Pacaraima permaneceu dentro da normalidade, segundo as autoridades brasileiras. A Operação Acolhida, força-tarefa humanitária que coordena o fluxo migratório entre Brasil e Venezuela desde 2018, informou que brasileiros em solo venezuelano estavam autorizados a retornar ao país com segurança.

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Acompanhamento Militar

Tropas do Exército Brasileiro permaneceram mobilizadas e preparadas para responder a qualquer aumento na demanda. Viatura e cones bloquearam temporariamente o acesso à fronteira, em razão da decisão do governo venezuelano.

Turistas Relatam Fiscalização

Turistas brasileiros que passaram o réveillon na cidade de Santa Elena, porta de entrada para a região da Gran Sabana, relataram fiscalização antes da travessia, mas conseguiram cruzar a fronteira sem incidentes.

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Preocupação no Congresso Nacional

A situação despertou atenção no Congresso Nacional. A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional acompanha os desdobramentos da crise, especialmente os acontecimentos no país vizinho e sobre as regiões de fronteira.

Alerta e Precedentes

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) destacou a necessidade de cautela institucional. Ele ressaltou que a interferência entre países “nunca é bem vista no sistema democrático” e que o direito internacional não prevê a banalização do uso da força.

Trad mencionou eleições contestadas e o êxodo de milhões de venezuelanos como contexto da situação.

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