67% dos brasileiros buscam hábitos saudáveis em 2026! Monitoramento de “macros” explode em academias – Descubra como!
Em 2026, a busca por uma vida mais saudável continua sendo uma prioridade para muitos brasileiros. Um levantamento da Toluna revelou que 67% das pessoas desejam praticar mais exercícios físicos, enquanto 64% pretendem melhorar a alimentação. Essa tendência reflete um crescente interesse em cuidar do corpo e da mente.
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Uma novidade que tem ganhado força no mundo fitness é o monitoramento de macronutrientes, ou “macros“, como são conhecidos. Essa prática, antes restrita a atletas de alto rendimento, agora está acessível a iniciantes em academias, conforme reportagem da Vogue.
Os macronutrientes são os pilares da alimentação e desempenham papéis cruciais no funcionamento do organismo. Eles se dividem em três grupos principais: proteínas, carboidratos e gorduras. As proteínas são essenciais para a construção e reparo muscular, além de regularem os hormônios.
Os carboidratos fornecem a principal fonte de energia, e as gorduras ajudam a regular os hormônios.
Ao contrário da contagem de calorias, que se concentra apenas na quantidade de energia ingerida, o rastreamento de macronutrientes busca distribuir a ingestão diária em proporções específicas desses nutrientes, de acordo com as necessidades individuais.
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Para determinar as proporções ideais, os praticantes utilizam calculadoras que estimam as necessidades diárias com base em dados como idade, peso, altura e nível de atividade física. Essas proporções variam de acordo com o objetivo de cada pessoa, seja para ganhar massa muscular, perder gordura ou melhorar o desempenho.
A nutricionista Emily English ressalta que, embora o rastreamento de macronutrientes possa ser um ponto de partida para entender melhor a relação entre alimentos e o corpo, não deve ser o objetivo final. “Como a maioria das abordagens em nutrição, está em uma área cinzenta”, afirma. “É importante consultar um profissional da área, como um médico, nutrólogo ou nutricionista, para definir quantidades adequadas para o seu perfil e condições de saúde.”
A nutricionista Bianca Wise, instrutora de pilates no ALO Wellness Club, destaca que a estratégia tende a ser mais eficaz no curto prazo, quando associada a metas específicas de treino ou a demandas clínicas. “Pode ajudar as pessoas a identificarem se estão se alimentando com pouca energia, se têm deficiência de proteína ou se estão, sem querer, deixando de consumir nutrientes essenciais — tudo isso pode afetar os hormônios, a energia e a recuperação”, pontua.
É importante lembrar que o corpo não responde como uma equação matemática. Fatores como fome, hormônios, sono e estresse influenciam as necessidades nutricionais de cada indivíduo. A nutricionista Emily English enfatiza que o debate entre dietas ricas e pobres em carboidratos é frequentemente exagerado.
Em última análise, a contagem de macronutrientes pode ser uma ferramenta útil para promover hábitos alimentares mais saudáveis, desde que seja utilizada de forma consciente e flexível. A nutrição deve apoiar a vida real, e não limitá-la. A principal recomendação é buscar orientação profissional para garantir que a estratégia seja adequada às suas necessidades e objetivos.
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