Brasil perde para Noruega por recorde de posse de bola em Copa do Mundo
A seleção brasileira de futebol sofreu uma derrota histórica no domingo (5.jul.2026) contra a Noruega, registrando a menor posse de bola de sua história em uma partida de Copa do Mundo desde que as estatísticas foram coletadas em 1966.
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O Brasil obteve apenas 34% de posse de bola, um número que marca a pior marca do time desde o início das medições, evidenciando uma estratégia de jogo que não vingou contra a equipe norueguesa.
Estratégia de Contra – Ataque e Ceder a Posse
Diante da superioridade física e da estatura média da equipe norueguesa, que se destaca com 1,87 metro, a comissão técnica brasileira optou por uma estratégia de contra – ataque, o que resultou em uma ceder da posse de bola desde o início do confronto.
Essa decisão, que se desvia do padrão observado nos outros jogos da seleção, refletiu a necessidade de explorar as fraquezas do adversário e minimizar os riscos de um jogo dominado pelo time norueguês.
Desempenho Comparativo em Outras Partidas
Em comparação com outras partidas da Copa, a seleção brasileira liderou a posse de bola em todas as partidas, alcançando o maior percentual de 69% contra o Japão e o menor de 51% contra o Marrocos, demonstrando a variabilidade do desempenho da equipe.
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Essa disparidade no desempenho em relação a outras partidas evidencia a importância de fatores como o adversário, a estratégia de jogo e a adaptação da equipe às características do jogo.
Detalhes do Jogo Contra a Noruega
Durante o jogo, a seleção brasileira enfrentou dificuldades em converter oportunidades, com o meio – campista Bruno Guimarães desperdiçando um pênalti e o atacante Endrick errando um chute em situação de frente a frente com o goleiro Ørjan Nyland.
A vantagem física da seleção norueguesa, com uma média de estatura de 1,87 metro, também se mostrou decisiva, especialmente nas jogadas aéreas, onde os europeus dominaram, culminando no gol do centroavante Erling Haaland.
Estatísticas e Desempenho Individual
A seleção norueguesa realizou 9 finalizações, sendo 5 no gol, com uma precisão de 55%, enquanto a seleção brasileira chutou 14 vezes, acertando apenas 4 no alvo, com um aproveitamento de 28%.
O atacante norueguês Erling Haaland, de 1,95 metro, se destacou como o principal artilheiro do jogo, marcando 2 gols em 4 finalizações com um aproveitamento de 50%, superando jogadores renomados como Lionel Messi (29% de conversão), Harry Kane (28%), Kylian Mbappé (27%) e Vinícius Júnior (24%), conforme dados da Opta.
O goleiro Alisson foi o único jogador da seleção brasileira que registrou menos contatos com a bola durante a partida, com apenas 26 toques.
Apesar do desempenho individual de Alisson, Haaland conseguiu marcar 2 gols, liderando a taxa de conversão do torneio com 41%, equivalente a pouco mais de 2 gols a cada 5 chutes.
Conclusão
A derrota para a Noruega representou um duro golpe para a seleção brasileira, evidenciando a necessidade de ajustes estratégicos e de melhor aproveitamento das oportunidades para avançar na Copa do Mundo.
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