Brasil mantém alta taxa de juros reais; Rússia lidera ranking global em 2026

Brasil mantém 2º lugar no ranking de juros reais, com taxa projetada em 9,23%. Copom mantém Selic em 15%. Veja o ranking completo!

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Brasil Mantém Segundo Lugar no Ranking de Juros Reais

O Brasil consolidou sua posição como o segundo país com maior taxa de juros reais no cenário global. Essa avaliação considera a inflação, resultando em uma taxa projetada para os próximos 12 meses que diminuiu de 9,44% para 9,23%, representando uma redução de 0,21 ponto percentual.

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Atualmente, apenas a Rússia (9,88%) apresenta uma taxa de juros real superior à do Brasil. Países de mercados emergentes, como Argentina (7,63%) e Turquia (6,45%), registram taxas inferiores às brasileiras.

O levantamento, elaborado por Jason Vieira, economista-chefe da consultoria, apresenta um documento em PDF (386 kB) detalhando as informações. Para receber alertas gratuitos, preencha o formulário de cadastro, concordando com os termos da LGPD.

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Copom Manteve a Selic em 15%

Na quarta-feira, 28 de janeiro de 2026, o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano. Essa decisão considera os dados de juros e inflação de 40 países analisados.

As menores taxas reais são observadas no Japão (-1,18%), Taiwan (-0,15%) e na Áustria (0,03%).

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Ranking de Juros Nominais

O Brasil ocupa a quarta posição no ranking de maiores juros nominais, que não levam em conta a inflação. A taxa atual é de 15% ao ano, correspondente à Selic.

O juro-base brasileiro é inferior ao da Turquia (37%), Argentina (29%) e Rússia (16%). As taxas nominais mais baixas são encontradas na Suíça (0%), Japão (0,75%) e Tailândia (1,25%).

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