Plataforma de autoexclusão revoluciona o jogo no Brasil! Governo Federal lança ferramenta para combater o jogo irresponsável. Mais de 217 mil brasileiros já se protegeram. Saiba mais!
Em 2026, a Federação Paulista de Futebol lançou uma campanha para incentivar a adesão de clubes e árbitros filiados a uma nova plataforma de autoexclusão das casas de apostas. Criada pelo Governo Federal em dezembro de 2025, a ferramenta permite que usuários registrem seus CPF para restringir o acesso a sites e anúncios relacionados a bets.
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A iniciativa faz parte de ações voltadas para a integridade das competições e busca combater o problema do jogo irresponsável.
A plataforma oferece a opção de autoexclusão por prazos de 1, 3, 6, 9 ou 12 meses, ou por tempo indeterminado. Durante o período de autoexclusão, o usuário não consegue mais acessar ambientes de apostas. Até o momento, mais de 217 mil pessoas já solicitaram a autoexclusão, com 73% optando por prazos indefinidos.
O cadastro é feito através do site oficial do Governo, e os motivos da decisão são coletados para auxiliar na formulação de políticas públicas de prevenção à dependência.
Executivos do setor e especialistas em saúde mental expressaram otimismo com a iniciativa. Cristiano Costa, psicólogo clínico e organizacional e diretor de conhecimento (CKO) da Empresa Brasileiro de Apoio ao Compulsivo (EBAC), destacou que as ferramentas de auto-bloqueio são essenciais para o manejo da compulsividade.
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Alex Rose, CEO da InPlaySoft, empresa focada na criação e desenvolvimento de plataformas para o setor de betting, ressaltou que o banco de dados de autoexclusão é um avanço importante e saudável.
A plataforma também está integrada a um Acordo de Cooperação Técnica sobre jogos e apostas, com duração de cinco anos. O plano prevê materiais informativos sobre saúde mental, um canal direto entre órgãos públicos e compartilhamento de dados para prevenção da dependência.
A partir de fevereiro de 2026, a rede pública deve oferecer teleatendimento em saúde mental voltado ao tema em parceria com o Hospital Sírio-Libanês. Executivos do setor mencionam que plataformas legalizadas já adotam monitoramento de comportamento, limites de depósito e tempo de uso, além de alertas e possibilidade de autoexclusão voluntária para jogadores em situação de risco.
A implementação da plataforma de autoexclusão representa um avanço significativo na busca por um mercado de apostas mais seguro e transparente no Brasil. O número expressivo de solicitações de autoexclusão demonstra a crescente conscientização dos usuários e a efetividade dos mecanismos de proteção disponíveis.
A colaboração entre o governo, o setor de jogos e profissionais da saúde mental são cruciais para garantir um ambiente de jogo responsável e saudável.
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