Brasil lança apoio incondicional a Bachelet na corrida pela ONU!

Brasil lança faísca de apoio a Bachelet na ONU! 🚀 Reduto de apoio à ex-presidente chilena surge, testando o cenário global. Saiba mais!

28/03/2026 21:41

2 min

Brasil lança apoio incondicional a Bachelet na corrida pela ONU!
(Imagem de reprodução da internet).

O presidente do Brasil manifestou o apoio contínuo à candidatura da ex-presidente chilena, Michelle Bachelet, para a secretaria-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Essa declaração foi publicada em um comunicado neste sábado, 28 de março de 2026, e ressaltou a qualificação de Bachelet, destacando seu “melhor currículo” para a função.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O petista enfatizou que Bachelet possui uma vasta experiência, incluindo dois mandatos como presidente do Chile, além de sua atuação em dois órgãos da ONU, demonstrando um profundo conhecimento da dinâmica interna dessas organizações.

Apoio Conjunto e Mudança de Posição Chilena

O apoio brasileiro à candidatura de Bachelet se junta ao apoio do México. Essa posição foi reforçada após a posse de José Antonio Kast, presidente do Chile, em 11 de março. A mudança na posição chilena ocorreu após o governo de Gabriel Boric, aliado de Bachelet, ter definido o apoio à ex-presidente.

O Chile informou que adotará uma posição neutra, em respeito à trajetória de Bachelet, caso ela mantenha a candidatura.

Cenário de Candidaturas e Desafios

Atualmente, há quatro candidatos à secretaria-geral da ONU. Três deles são latino-americanos: Michelle Bachelet, Rafael Mariano Grossi, argentino que lidera a Agência Internacional de Energia Atômica, e Rebeca Grynspan, ex-segunda vice-presidente da Costa Rica.

Leia também

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ex-presidente do Senegal, Macky Sall, também é considerado um possível candidato africano. A retirada do apoio chileno representa um desafio significativo para Bachelet, que poderá ser alvo de críticas por parte dos concorrentes.

Conselho de Segurança e Vetoes

A decisão final sobre a escolha da secretaria-geral não passará pela Assembleia Geral da ONU, mas sim pelo Conselho de Segurança. Os membros permanentes do conselho – Estados Unidos, China e Rússia – possuem o poder de veto, o que pode dificultar a eleição de Bachelet.

A China, por exemplo, sinalizou que só apoiará uma candidata latino-americana se ela tiver o apoio do próprio país.

O Brasil reconhece o obstáculo, mas avalia que o processo ainda está em seus estágios iniciais – os debates entre os candidatos em Nova York devem começar em abril – e que outros concorrentes também enfrentarão dificuldades com os membros permanentes do Conselho de Segurança.

Autor(a):

Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!