Brasil em crise: 5 mulheres assassinadas por dia chocam o mundo! 😱 Estatísticas alarmantes de feminicídio sobem 316% desde 2015. Saiba mais! 💔
Em 2025, o Brasil registrou um número alarmante de 1470 feminicídios, resultando em uma média de quatro mulheres assassinadas a cada dia. Esse dado representa um crescimento impressionante de 316% em comparação com os 535 casos registrados em 2015, conforme apontado pelo Mapa Nacional da Violência de Gênero.
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Essa estatística coloca o país em quinto lugar no ranking mundial de países que mais matam mulheres, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Um fator crucial a ser considerado é o impacto desproporcional da violência contra a mulher sobre as mulheres negras, que representam mais de 63% das vítimas, conforme revelado pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Diante desse cenário, o governo tem intensificado seus esforços para combater essa violência.
Recentemente, foi anunciada uma articulação inédita entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, buscando respostas eficazes para a sociedade. Em 2024, o presidente implementou medidas para endurecer as punições para o crime de feminicídio.
A nova legislação eleva a pena mínima para 20 anos e a máxima pode chegar a 40 anos.
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Uma das principais estratégias é o portal “Todos Juntos Por Todas”, que visa mobilizar a sociedade civil, especialmente os homens, como aliados ativos no combate à cultura da violência. A plataforma centraliza canais de denúncia, políticas públicas de proteção à mulher e diretrizes para o engajamento de diversos setores da sociedade.
O site oferece um guia especializado sobre tipos de violência e comunicação responsável, capacitando instituições e cidadãos para o enfrentamento direto do problema.
Com um compromisso de longo prazo, o projeto foca no monitoramento contínuo das ações por meio de relatórios públicos e um diálogo constante com especialistas e a sociedade civil organizada. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, enfatiza a importância da participação de todos os setores da sociedade, incluindo universidades, empresas e a mídia, para o sucesso da iniciativa.
Na prática, o pacto prevê medidas como o compartilhamento de informações entre o judiciário, a polícia e a assistência social, o foco na prevenção por meio de campanhas educativas com o lema “Todos juntos por todas” e o combate à violência digital, que frequentemente antecede agressões físicas.
Além disso, há uma atenção prioritária a mulheres negras, quilombolas, indígenas e moradoras de áreas remotas.
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