Crise na Eólica: Setor Pede Urgente Ressarcimento ao Governo! ⚡️ Empresas como Engie e CPFL sofrem prejuízos de R$ 3,5B a R$ 4B. Saiba mais!
As empresas geradoras de energia eólica no Brasil estão pressionando o Ministério de Minas e Energia (MME) para que um acordo de ressarcimento dos prejuízos causados pelos cortes de geração de energia seja fechado até o dia 27 de fevereiro. O objetivo é evitar impactos negativos significativos nos balanços de 2025.
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Elbia Gannoum, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), informou à CNN que o acordo pode resultar em um ressarcimento entre R$ 3,5 bilhões e R$ 4 bilhões para o setor. Ela ressaltou que a situação é crítica, com a média de cortes de geração ultrapassando 25% em alguns períodos.
Os cortes de energia estão sendo motivados principalmente pela falta de infraestrutura de transmissão, limitações de capacidade das linhas e o excesso de oferta em relação à demanda. A ABEEólica argumenta que a empresa não tem responsabilidade pelas questões do sistema elétrico que geram essas interrupções e que o ressarcimento é essencial para garantir a remuneração dos investimentos realizados.
Diversas empresas do setor, incluindo Engie, Auren, Copel, CPFL, Alupar e Equatorial, já reportaram prejuízos em seus balanços trimestrais devido à queda na geração. Em alguns casos, a perda de produção chegou a 50%. A ABEEólica estima que pelo menos 35 geradoras eólicas estejam em situação financeira delicada.
Elbia Gannoum explicou que a data limite de 27 de fevereiro foi apresentada diretamente ao ministro Alexandre Silveira (PSD-MG) como uma necessidade urgente. O ressarcimento já está previsto em uma Medida Provisória (MP) do setor elétrico, mas foi vetada pelo presidente.
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O governo realizou uma consulta pública sobre o tema entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025.
A CNN tentou contato com o MME para obter um posicionamento, mas até o momento não obteve resposta. A situação permanece em aberto, com a expectativa de que o acordo seja formalizado em breve.
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