Brasil em Alerta: Salvaguardas Comerciais Contra a UE e Medidas de Segurança Nacional Urgentes!
Brasil prepara salvaguardas comerciais contra UE após críticas e tensões globais! Celso Amorim alerta para riscos e defende fortalecimento da defesa nacional.
Salvaguardas Comerciais e o Acordo Mercosul-UE
Em 26 de julho de 2026, o ex-chanceler Celso Amorim defendeu que o Brasil aplicaria reciprocamente salvaguardas comerciais à União Europeia, caso o bloco utilizasse esse mecanismo para limitar a importação de produtos do agronegócio nacional, conforme previsto no acordo Mercosul-UE.
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A declaração veio em resposta a preocupações do setor produtivo brasileiro, especialmente em relação a setores como lácteos e vinhos, que temem perder mercado para a concorrência europeia. Amorim enfatizou a importância de uma abordagem equilibrada, com o Brasil defendendo seus interesses comerciais, mas também buscando soluções que garantam a manutenção do sistema multilateral de comércio, baseado em regras e disputas resolvidas por meio de negociações.
Pressões para a Implementação das Salvaguardas
O governo brasileiro, sob o comando do vice-presidente Geraldo Alckmin, está trabalhando para publicar um decreto presidencial que regulamente um sistema de proteção aos produtores nacionais, especialmente em setores vulneráveis à concorrência europeia.
O documento já foi distribuído para diversas pastas do governo, incluindo Itamaraty, Fazenda, Agricultura e Casa Civil, com o objetivo de acelerar o processo de implementação. A relatora do acordo Mercosul-UE, a senadora Tereza Cristina (PP-MS), conhecida por suas críticas, também estará envolvida no processo.
Preocupações Globais e Investimentos na Defesa
Além das questões comerciais, Celso Amorim expressou preocupação com a situação geopolítica mundial, destacando as tensões no Oriente Médio, em particular a expansão territorial de Israel e as declarações do embaixador americano Mike Huckabee.
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Ele alertou que uma situação como essa pode levar a uma guerra mundial, enfatizando a necessidade de o Brasil ter capacidade de dissuasão para evitar ataques. O ex-chanceler também defendeu o aumento dos investimentos nas Forças Armadas e na Defesa, considerando que o Brasil não pode subestimar as ameaças.
Reações Internacionais e o Acordo Mercosul-UE
A chancelaria brasileira já havia emitido posicionamentos condenando a ocupação israelense na Cisjordânia e a captura do ditador Nicolás Maduro, considerando-a um “sequestro”. O ex-ministro da Defesa, Celso Amorim, ressaltou a importância de o Brasil ter capacidade de dissuasão para evitar ataques, e o presidente Lula conversou com os comandantes das Forças Armadas após o ataque aéreo a Caracas, buscando saber se o Brasil teria capacidades de resposta.
O governo brasileiro está elaborando um plano de investimentos na Defesa, com a Marinha se equipando com drones e o Exército ampliando seu programa estratégico de mísseis.
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