Brasil em Alerta: Casos de Mpox Disparam para 90 e Impactam Saúde Pública!

Brasil atinge 90 casos confirmados de mpox! 🚨 Alerta na contagem, com São Paulo liderando. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Brasil Alcança 90 Casos Confirmados de Mpox

O Brasil registrou um novo marco na contagem de casos de mpox, atingindo 90 confirmações até a terça-feira, 24 de julho de 2026, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde e por secretarias estaduais. O aumento nas buscas por informações sobre o vírus também foi notado, evidenciado pelos dados do Google Trends.

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Concentração de Casos em São Paulo

O estado de São Paulo lidera o número de ocorrências, com 63 casos confirmados. O Rio de Janeiro segue com 15 registros, seguido por Rondônia com 4, Rio Grande do Sul com 2 e Santa Catarina e o Distrito Federal, cada um com 1 caso.

Novos Casos em Minas Gerais e Paraná

Além dos estados já mencionados, foram contabilizados casos em Minas Gerais (3) e no Paraná (1), que até então não estavam presentes na lista do Ministério da Saúde.

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Aumento nas Buscas Online

As buscas por “mpox” no Google Trends atingiram o pico neste mês, com foco principal nas informações sobre os casos confirmados no Brasil. As pesquisas mais frequentes se concentram em entender a doença e seus sintomas.

Sobre o Mpox: Causas e Sintomas

O mpox é causado por um vírus transmitido principalmente por contato íntimo ou próximo com uma pessoa infectada. Os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça e lesões na pele que se manifestam como bolhas ou erupções. Embora não haja registros de mortes no Brasil, a doença pode evoluir para complicações graves em alguns casos, com estimativas de que até 10% dos quadros possam ser fatais sem acompanhamento adequado.

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Tratamento e Isolamento

Atualmente, o tratamento se baseia em medidas de suporte, visando aliviar os sintomas e prevenir complicações, já que ainda não há medicamento específico aprovado para o mpox. Pessoas diagnosticadas devem permanecer em isolamento até a completa cicatrização das lesões, um período que pode variar de duas a quatro semanas, dependendo da evolução clínica.

A doença é zoonótica, podendo ser transmitida também por contato com secreções ou compartilhamento de objetos pessoais.

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