Brasil e Índia selam parceria estratégica em Nova Délhi! Ministros Fávaro e Teixeira buscam avanços no comércio e inovação agrícola. Romã e macadâmia: novos acordos em discussão!
Em Nova Délhi, nesta sexta-feira (20), os ministros da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, realizaram uma importante reunião com o ministro da Agricultura e Bem-Estar dos Agricultores da Índia, Shri Shivraj Singh Chouhan.
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O encontro, parte da agenda da comitiva presidencial brasileira, focou no aprofundamento da cooperação entre os dois países, especialmente no que tange às relações comerciais e ao desenvolvimento tecnológico no setor agrícola.
Durante a reunião, foram discutidos temas cruciais para o futuro da agricultura em ambos os países, como a produção de bioinsumos, a modernização da mecanização e a aplicação da inteligência artificial no campo. Os ministros ressaltaram a importância de soluções tecnológicas adaptadas às condições tropicais, buscando um modelo de produção mais sustentável e eficiente.
O ministro Carlos Fávaro destacou que a reunião abriu caminho para avanços concretos no comércio bilateral. Ele mencionou a possibilidade de importação de romã da Índia e a abertura do mercado brasileiro para a noz macadâmia. Além disso, foram exploradas oportunidades para a exportação de carne de frango brasileira e erva-mate, buscando um equilíbrio nas trocas comerciais.
Paulo Teixeira enfatizou a complementaridade entre as duas agriculturas, apontando para a possibilidade de colaboração em áreas como o melhoramento genético, a mecanização e a inovação. A presença de empresas brasileiras atuando no mercado indiano, inclusive na área de genética bovina, foi vista como um exemplo positivo da integração já existente entre os dois países.
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A visita oficial ocorre em um momento de forte crescimento nas relações bilaterais. Em 2025, o comércio entre Brasil e Índia atingiu US$ 15 bilhões, um aumento de 25,5% em relação ao ano anterior. A meta estabelecida é elevar esse valor para US$ 20 bilhões até 2030, consolidando a parceria estratégica entre as duas nações em um setor fundamental para a segurança alimentar global.
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