Brasil Condena Intervenção nos EUA na Venezuela
O Brasil manifestou sua forte oposição à intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU. O embaixador Sérgio Danese reiterou que “não se pode aceitar que os fins justifiquem os meios”, criticando o uso da força e alertando para os riscos da relativização da lei internacional.
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A ação dos EUA foi vista como um enfraquecimento do multilateralismo, considerando o cenário de conflitos armados em diversas regiões do mundo.
Preocupações com o Multilateralismo
O Brasil expressou preocupação com o aumento de conflitos armados em escala global, citando 61 conflitos ativos e 117 milhões de pessoas em crise humanitária, incluindo o genocídio em Gaza. A defesa da soberania e do multilateralismo foram pilares da posição brasileira.
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Relações Bilaterais e Negociações em Curso
O Itamaraty busca manter um diálogo com os Estados Unidos, visando evitar tensões e preservar negociações em andamento sobre questões econômicas. A prioridade é defender a soberania venezuelana e o multilateralismo, evitando que a situação se agrave.
Intervenção Militar dos EUA na Venezuela: Reações e Controvérsias
A ação militar dos Estados Unidos na Venezuela gerou reações internacionais e debates políticos no Brasil. A oposição associou o evento ao chavismo, enquanto o governo busca manter um posicionamento firme em defesa da soberania venezuelana.
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Ações dos EUA e Reações Internacionais
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a operação militar, capturando o presidente Nicolás Maduro e a primeira-dama. A ação foi criticada por violar a soberania venezuelana e o direito internacional.
Reações da Vice-Presidente Venezuelana
A vice-presidente Delcy Rodríguez rejeitou as declarações de Trump, afirmando que Maduro continua sendo o presidente legítimo da Venezuela e que o país está aberto a uma relação respeitosa com o governo dos EUA, desde que baseada no direito internacional.
