O Brasil terá uma representação limitada no Fórum Econômico Mundial, a ser composto apenas pela ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck. Essa participação destaca o foco atual do governo em questões internas, em contraste com uma abordagem mais ampla da política externa.
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Análise de Especialista
Segundo Roberto Uebel, economista e professor da ESPM, essa estratégia reflete uma priorização do governo em relação ao multilateralismo. Uebel observou que essa não é uma prática inédita no Brasil, mencionando a participação de Luiz Inácio Lula da Silva no Fórum Social Mundial em Porto Alegre durante seu primeiro mandato.
Oportunidade Perdida
Uebel enfatizou que o Brasil perde uma chance de se posicionar como alternativa, especialmente para atrair investimentos. Ele ressaltou a baixa produtividade do país como um desafio que poderia ser superado com parcerias internacionais.
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Contexto Internacional
O economista destacou que o Brasil entra em um período de “stand-by” em um momento de fragmentação do multilateralismo, com a disputa por hegemonia entre Estados Unidos, China e Rússia. Ele ressaltou a importância para o Brasil definir claramente suas posições, visíveis para investidores e governantes.
Considerações Finais
Uebel alertou que a ausência do Brasil em eventos como o Fórum Econômico Mundial pode impactar negativamente a imagem do país no cenário internacional, especialmente em um momento de grande instabilidade geopolítica.
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