Brasil se manifesta em reunião da Colômbia contra operação dos EUA na Venezuela. Reunião avalia impacto da ação e busca resolução pacífica da crise.
O Brasil se manifestará amanhã em uma reunião convocada pela Colômbia, em resposta à operação militar dos Estados Unidos em território venezuelano. A Colômbia e o Brasil não possuem assentos permanentes ou rotativos no órgão responsável pela discussão.
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Países membros da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) se reuniram virtualmente, com a participação de ministros, para analisar os impactos do ataque norte-americano na Venezuela. A reunião teve como foco avaliar os desdobramentos da situação.
O documento emitido expressa o repúdio das nações à ação militar unilateral dos Estados Unidos, considerando-a uma violação aos princípios da Carta das Nações Unidas, incluindo a soberania e a integridade territorial. A situação levanta preocupações com a segurança da população civil.
A discussão se concentra na crise venezuelana, com a menção aos interesses estratégicos dos Estados Unidos ligados ao petróleo do país. Há um consenso na comunidade internacional sobre a questão.
O governo brasileiro avalia que a Venezuela não deve ceder à pressão americana, considerando que a operação tem motivação econômica. O presidente Lula orientou seus ministros a adotarem uma postura crítica à ação dos Estados Unidos, que será defendida pelo Brasil na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
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O governo brasileiro reconheceu Delcy Rodríguez, como presidente interina da Venezuela, após a reunião do Conselho Venezuelano. Delcy Rodríguez, em pronunciamento, declarou que o país “nunca será colônia de outro” e expressou a necessidade de resistência contra a intervenção americana.
Os países reforçam a necessidade de uma resolução pacífica da crise venezuelana, por meio do diálogo e da negociação, sem interferência externa. A América Latina e o Caribe são reiteradas como zonas de paz, com preocupação quanto a qualquer tentativa de controle externo de recursos naturais, considerada incompatível com o direito internacional.
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