Brasil cobra posição na Celac sobre ação dos EUA e prisão de Maduro

Brasil participa de Celac e denuncia ataque dos EUA à Venezuela. Reunião busca desescalar crise e pede atuação da ONU

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(Imagem de reprodução da internet).

Brasil Participa de Reunião da Celac Sobre Ação dos EUA na Venezuela

O Brasil esteve presente neste domingo (4) em uma reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) para analisar o ataque realizado pelos Estados Unidos ao território venezuelano e a subsequente prisão do presidente venezuelano.

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A reunião, que durou cerca de duas horas, contou com a representação do ministro das Relações Exteriores, que articulou a posição do presidente brasileiro.

O presidente brasileiro já havia manifestado sua indignação nas redes sociais, classificando a ação como “ultrapassando uma linha inaceitável” e uma “afronta gravíssima à soberania da Venezuela”. Os bombardeios em território venezuelano e a detenção do líder venezuelano são considerados um precedente perigoso para a comunidade internacional.

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O ministro das Relações Exteriores também dialogou com representantes do México, Uruguai, França e da União Europeia, transmitindo a posição do Brasil. A União Europeia emitiu uma nota, assinada por 26 de seus 27 membros (com a Hungria sendo a única na ausência), pedindo “calma e contenção” das partes envolvidas e o respeito à vontade do povo venezuelano.

Outros países da América Latina, incluindo a Argentina (que se opôs à declaração conjunta), também participaram do encontro. Anteriormente, Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha divulgaram uma declaração expressando preocupação com a “apropriação externa” de recursos naturais venezuelanos e solicitando a atuação da Organização das Nações Unidas (ONU) para a desescalada das tensões.

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O Conselho de Segurança da ONU realizará uma reunião às 12h de Brasília no dia seguinte para discutir a questão. A reunião visa analisar os acontecimentos e buscar soluções para a crise.

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