Brasil busca US$ 10 bilhões em investimentos com apoio de Merz e países

Brasil busca US$ 10 bilhões no TFFF com apoio de países como Alemanha e China para COP30 em Belém. Haddad anuncia projeção e destaca apoio de Merz.

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(Imagem de reprodução da internet).

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta segunda-feira, 10, que o Brasil tem potencial para atrair mais de US$ 10 bilhões em investimentos públicos através do Fundo Tropical das Florestas (TFFF). Essa projeção supera a meta de arrecadação previamente divulgada.

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De acordo com declarações do ministro, a iniciativa, focada na proteção de florestas tropicais, prevê recompensas financeiras para países que preservam suas florestas, por meio de um fundo de investimento global. O valor total de US$ 10 bilhões poderia aumentar com a adesão de diversas entidades, incluindo fundações, fundos e empresas.

Haddad informou que até o final do próximo ano, durante a presidência do Brasil na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), o Brasil pode alcançar essa meta. Atualmente, foram arrecadados US$ 5,5 bilhões para o fundo.

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O ministro ressaltou a importância da contribuição da Alemanha para o fundo. Ele mencionou que a Alemanha, representada pelo primeiro-ministro Friedrich Merz, já havia declarado publicamente seu apoio ao fundo de florestas. Além disso, o ministro destacou o impacto positivo da negociação do acordo Mercosul-União Europeia.

Haddad enfatizou que o apoio de diversos países, como Países Baixos, Emirados Árabes e China, ao TFFF, pode impulsionar melhores resultados na captação de recursos. Ele acredita que o Brasil pode superar as expectativas, considerando o preparo para a COP30.

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O ministro também classificou a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, em Belém (PA), como a mais pragmática, devido ao compromisso dos países em realizar projetos para descarbonizar economias e alcançar a transição ecológica.

Haddad mencionou iniciativas brasileiras estratégicas, como a criação de um mercado global de carbono e o desenvolvimento da “super taxonomia”, que visa direcionar investimentos com foco em sustentabilidade.

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