Brasil ignora aliança de Trump e prioriza acordos bilaterais para dominar o mercado de minerais críticos! Lula foca em processamento interno e negocia com a Índia. Saiba mais!
O Brasil tem demonstrado cautela em relação à proposta de aliança de minerais críticos liderada pelos Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump. O governo brasileiro optou por focar na construção de acordos bilaterais com diversos países, com a condição de que o processamento da matéria-prima seja realizado internamente, em vez de apenas exportá-la para outras nações.
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Segundo informações da Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado e parceira de conteúdo do CNN Money), o governo está acompanhando de perto a iniciativa de Trump, buscando entender como o comércio global de minerais críticos e terras raras poderá se desenrolar, considerando os interesses dos Estados Unidos.
O presidente Trump, em uma ocasião, expressou o desejo de não participar da iniciativa da Casa Branca.
Enquanto os Estados Unidos buscam centralizar o comércio para combater o domínio chinês no mercado, o governo de Lula tem uma abordagem diferente. O Brasil pretende estabelecer acordos sobre o tema com vários países, com o processamento brasileiro sendo um requisito fundamental.
As conversas estão em andamento com líderes como os indianos, onde o governo brasileiro discute um acordo sobre minerais críticos. Essas discussões preliminairas devem ocorrer antes da chegada do petista em Nova Délhi.
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Além da Índia, Lula também planeja participar de uma cúpula de autoridades que discutirão assuntos relacionados à inteligência artificial. O comércio entre Brasil e Índia atingiu um recorde em 2025, ultrapassando a marca de R$ 15 bilhões. O governo brasileiro busca uma cooperação bilateral para o processamento de minerais, além de abordar questões relacionadas à infraestrutura e aos produtos brasileiros que ainda carecem de valor agregado.
O governo Lula almeja transformar o Brasil em um polo processador de minerais, em vez de apenas ser um fornecedor global. Aliados do presidente ressaltam a importância de corrigir erros do passado, onde o país não processava os minérios e não adquiria valor agregado.
A expectativa é que essa nova estratégia impulsione o desenvolvimento econômico e tecnológico do Brasil.
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