Brasil bate recorde histórico: desemprego em nível mínimo! 🇧🇷 Dados do IBGE revelam 19 estados com taxa mínima na série histórica. Saiba mais!
Em 2025, o Brasil alcançou um marco significativo no mercado de trabalho, registrando a menor taxa de desemprego da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) da Pnad. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 19 estados e o Distrito Federal apresentaram essa taxa mínima, um feito notável que reacendeu o debate sobre o desempenho da economia brasileira.
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Essa performance positiva, que se estendeu por todo o ano, foi impulsionada pelo dinamismo do mercado de trabalho e pelo aumento do rendimento real dos trabalhadores, conforme apontou o analista da pesquisa, William Kratochwill.
O destaque da menor taxa de desemprego se concentrou em algumas regiões do país. Mato Grosso, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul foram os estados que lideraram essa performance, com taxas que variaram entre 2,2% e 4,6%.
Goiás e Tocantins também se destacaram com taxas de 4,6% e 4,7%, respectivamente. Essa distribuição geográfica da baixa taxa de desemprego refletiu o crescimento econômico e a criação de empregos em diferentes setores da economia brasileira.
Apesar do sucesso na redução do desemprego formal, a pesquisa também revelou desafios importantes. A taxa de informalidade no mercado de trabalho brasileiro atingiu 38,1%, com 18 estados apresentando índices superiores a essa marca, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.
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A informalidade, caracterizada pela falta de garantias trabalhistas e direitos como o 13º salário e o seguro-desemprego, continua sendo um problema persistente no Brasil.
A análise dos rendimentos mensais dos trabalhadores também evidenciou desigualdades regionais. O Distrito Federal liderou o ranking com uma remuneração média de R$ 6.320, impulsionada pelo grande contingente de funcionários públicos. São Paulo apresentou uma média de R$ 4.190, enquanto outros estados, como Rio Grande do Sul e Paraná, registraram médias entre R$ 3.916 e R$ 4.083.
Essas diferenças salariais refletem as particularidades econômicas de cada região do país.
Os dados da Pnad de 2025 representam um momento positivo para o mercado de trabalho brasileiro, mas também apontam para a necessidade de políticas públicas que promovam a igualdade de oportunidades e combatam a informalidade. O sucesso na redução do desemprego formal deve ser acompanhado de esforços para garantir que todos os trabalhadores tenham acesso a empregos com salários justos e condições de trabalho adequadas.
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