Boulos e Bolsonaro Trocam Acusações em Debate Sobre Segurança Pública em 2026!

Boulos cobra debate entre Presidente e senador PL sobre segurança pública! Acusações e críticas à política externa dos EUA ganham destaque. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, representando o Partido Socialista (Psol-SP), expressou seu desejo de ver um debate formal entre o Presidente (PT) e o senador (PL-RJ) em relação à segurança pública, considerando o cenário eleitoral de 2026.

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A declaração foi feita durante a estreia do programa Alô Alô Brasil, conduzido por José Luiz Datena, na Rádio Nacional na segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026.

Rivalidades e Acusações

Os dois políticos, que foram adversários na disputa pela Prefeitura de São Paulo em 2024, mantiveram um tom direto ao discutir questões nacionais e a preparação para a campanha de 2026. O ministro mencionou acusações envolvendo o senador (PL-RJ) relacionadas a supostas conexões com milícias no Rio de Janeiro e à contratação de Adriano da Nóbrega, figura central em um esquema criminoso conhecido como “escritório do crime”, que foi assassinado em 2020.

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Críticas à Política Internacional

Além do debate interno, o ministro também comentou a política externa, criticando o Presidente dos Estados Unidos (Partido Republicano) e sua abordagem em relação à América Latina, descrevendo-a como “imperialista” e focada em interesses petrolíferos.

Ele ressaltou a importância da “soberania não negociada” e questionou a lógica do governo americano de tratar a região como um “quintal”.

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Prioridades para o Governo

Boulos destacou que a Constituição de 1988 atribui a responsabilidade primária aos estados, mas defendeu um papel mais ativo da União na questão da segurança pública. Ele enfatizou que o Presidente é o primeiro a reconhecer a dimensão nacional do crime organizado e criticou setores que, segundo ele, obstruem a aprovação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) relacionada à segurança pública no Congresso.

Outras Discussões e Considerações

O ministro também abordou ações do governo em relação a crimes financeiros em áreas como Faria Lima e Morumbi, em São Paulo, além de operações contra o crime organizado em favelas. Ele ressaltou o papel do Supremo Tribunal Federal (STF) na defesa do país contra tentativas de golpe de Estado, mas ponderou que a Corte não está imune a críticas, citando o caso envolvendo o ministro Dias Toffoli e o Banco Master.

Adicionalmente, Boulos comentou sobre a homenagem feita pela Acadêmicos de Niterói ao Presidente, questionando a legitimidade de uma agremiação agindo com autonomia e se perguntando sobre o “crime eleitoral” envolvido. Ele também mencionou prioridades para o segundo semestre, incluindo a redução da jornada de trabalho, a aprovação de uma lei e a regulamentação do setor de transporte, onde empresas são acusadas de praticar “agiotagem” ao reter parte do valor das corridas.

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