Bolsonaro Solicita Smart TV e Assistência Religiosa na Prisão em Brasília

Bolsonaro solicita Smart TV e assistência religiosa em Brasília. Ex-presidente busca acesso a canais de notícias e encontros com bispo e pastor. Solicitação analisada por Moraes

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(Imagem de reprodução da internet).

Ex-presidente Bolsonaro Solicita Smart TV e Assistência Religiosa

Na quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, o ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou dois pedidos à Justiça Federal. Os pedidos visam à disponibilização de uma Smart TV para sua cela na Superintendência da Polícia Federal em Brasília e a autorização para receber assistência religiosa regular, com a presença de um bispo e um pastor evangélico.

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Os pedidos serão analisados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A defesa do ex-presidente argumenta que a Smart TV, uma unidade adaptada de aproximadamente 12 m², será utilizada exclusivamente para acompanhar canais de notícias por streaming.

A família de Bolsonaro se responsabilizará pela instalação do aparelho na unidade prisional.

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A defesa enfatiza que o uso do dispositivo não comprometerá as medidas cautelares que restringem o acesso de Bolsonaro às redes sociais. Eles sustentam que o acesso a meios de comunicação, especialmente à programação jornalística e informativa, é um direito constitucional, essencial para manter o contato do custodiado com a realidade social, política e institucional do país.

“Diante do exposto, o pedido se mostra razoável, proporcional e juridicamente adequado, em consonância com a jurisprudência que estabelece que a execução penal não pode implicar na supressão de direitos além daqueles estritamente necessários à finalidade da custódia”, declaram na petição.

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Assistência Religiosa Solicitada

Na mesma data, 8 de janeiro de 2026, a defesa também solicitou a concessão de assistência religiosa para Bolsonaro. O atendimento espiritual será realizado pelo Bispo Robson Lemos Rodovalho e pelo Pastor Thiago de Araújo Macieira Manzoni.

A defesa ressalta que o ex-presidente já realizava encontros com os religiosos durante o período em que estava em prisão domiciliar, antes da ordem para sua transferência à Superintendência da Polícia Federal. As consultas serão conduzidas individualmente, sob a supervisão da administração da unidade prisional.

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