Ex-presidente Bolsonaro Sofre com Traumatismo Cranioencefálico Leve
O ex-presidente Jair Bolsonaro passou por um episódio que resultou em um traumatismo cranioencefálico leve, conforme confirmado pelo médico Cláudio Birolini. O ocorrido aconteceu durante a madrugada na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
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De acordo com o médico, o ex-presidente está sendo submetido a exames para uma avaliação completa do quadro clínico.
O cardiologista Brasil Ramos Caiado também foi acionado e realizou avaliação clínica no local. A informação foi divulgada após relatos de uma crise durante o sono, na qual o ex-presidente caiu e bateu a cabeça em um móvel.
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A ex-primeira-dama esteve presente na unidade na manhã de terça-feira, 6, e relatou aguardar a chegada de um delegado para apurar os procedimentos iniciais de atendimento.
Integrantes da Polícia Federal, ouvidos sob reserva, minimizaram a gravidade do incidente, afirmando que houve atendimento no local.
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Evolução Clínica e Solicitação de Medidas
O episódio ocorreu poucos dias após Jair Bolsonaro apresentar melhora no quadro de saúde. Na semana anterior, após nove dias de internação, que iniciaram em 24 de dezembro e terminaram no dia 1º de janeiro, o ex-presidente passou por um procedimento médico para controlar crises recorrentes de soluços.
Segundo a equipe médica, as crises estavam relacionadas a complicações associadas a essa condição. Desde que retornou à custódia da Polícia Federal, no dia 1º, aliados e interlocutores relataram uma evolução positiva, com redução das crises.
Apesar da melhora, relatos indicam que Bolsonaro passou a apresentar dificuldades para dormir, devido ao funcionamento contínuo de equipamentos na unidade.
Solicitação de Medidas ao STF
A defesa do ex-presidente solicitou ao Supremo Tribunal Federal medidas para adequar as condições de internação. Em petição ao ministro Alexandre de Moraes, os advogados apontaram que o barulho interfere no repouso do ex-presidente e solicitaram isolamento acústico ou adequação do espaço.
O STF determinou que a Polícia Federal se manifeste sobre as condições relatadas, no prazo de cinco dias. O incidente ocorreu na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde o ex-presidente cumpre pena.
