Bolsonaro cobra ajustes em ar-condicionado da custódia. Ministro Moraes exige relatório da Polícia Federal após denúncia sobre o equipamento em Brasília.
O ex-presidente Jair Bolsonaro manifestou insatisfação com as condições em que cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Polícia Federal apresente um relatório em cinco dias, após receber uma denúncia sobre o funcionamento do sistema de ar-condicionado da sala onde o ex-presidente está detido.
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A solicitação da defesa de Bolsonaro alega que o ruído constante do equipamento “compromete as condições mínimas de tranquilidade, repouso e preservação da saúde do preso”. Segundo a defesa, o aparelho de ar-condicionado central está instalado próximo à janela da sala, sem vedação adequada, gerando um ruído ininterrupto durante as 24 horas do dia.
Os advogados do ex-presidente argumentam que essa situação causa uma “perturbação contínua à integridade física e psicológica do custodiado”. A defesa busca soluções para o problema, sugerindo alternativas técnicas como a adequação do equipamento, a instalação de isolamento acústico ou a modificação do layout da sala.
O Supremo Tribunal Federal determinou que a Polícia Federal encaminhe um relatório à Superintendência Regional da Polícia Federal em Brasília para que a instituição avalie a veracidade da alegação e proponha medidas corretivas. O despacho inclui a cópia da petição na Superintendência Regional para facilitar a análise do caso.
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