Bolsonaro em Recuperação: Bom Senso e Prisão Domiciliar Surpreendem!
Bolsonaro em rota de saída do hospital! Cardiologista revela: alta prevista para sexta-feira. Ministro Moraes concede prisão domiciliar de 90 dias. Saiba mais!
Atualização do Estado de Saúde de Bolsonaro
O cardiologista Brasil Caiado informou nesta quarta-feira (25 de março de 2026) que o ex-presidente Jair Bolsonaro deve receber alta hospitalar na sexta-feira (27 de março). Após deixar o hospital, ele cumprirá uma prisão domiciliar por 90 dias, um benefício concedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. “Estamos com a programação do antibiótico até amanhã, finaliza o ciclo todo que é preconizado desde o início.
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O raio-x de ontem à noite nos deixou muito tranquilos, porque há uma significativa melhora do lado direito, praticamente o pulmão está normal. E ainda uma lesão residual que também já era esperada pela gravidade no pulmão esquerdo”, afirmou o médico.
Benefícios e Condições da Prisão Domiciliar
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, justificou a concessão da prisão domiciliar como um ato de “bom senso”, considerando o ambiente residencial como mais adequado para a recuperação do paciente. A decisão, com duração de 90 dias, está condicionada à reavaliação do caso após a alta hospitalar, com possível perícia médica se necessário.
O ministro também determinou o uso de tornozeleira eletrônica para Bolsonaro, além de isenções para Michelle, Laura Bolsonaro e Letícia Marianna Firmo da Silva.
Regras para Visitas e Comunicação
As visitas de Flávio, Carlos e Jair Renan Bolsonaro serão permitidas nas quartas-feiras e sábados, das 8h às 11h, das 11h às 13h e das 14h às 16h. Todas as demais visitas estão suspensas por 90 dias. Além disso, o ex-presidente não poderá utilizar celulares, telefones ou qualquer outro meio de comunicação externa.
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Os celulares dos visitantes serão apreendidos pelos agentes policiais.
Histórico Médico e Tratamento
Bolsonaro enfrenta uma broncopneumonia bacteriana bilateral, agravada por um soluço refratário, que pode causar refluxo e entrada de substâncias na via respiratória. O ex-presidente passou por 14 cirurgias desde 2018, a maioria relacionada a sequelas do ferimento abdominal.
As últimas três cirurgias foram realizadas em dezembro de 2025, incluindo uma herniorrafia inguinal bilateral. O tratamento inclui antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico e fisioterapia respiratória e motora, com foco na recuperação do pulmão esquerdo.
O médico responsável pelo caso, Brasil Caiado, enfatizou a importância da programação de transição para o tratamento em casa, com acompanhamento regular e prescrições médicas.
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