Ex-vereador divulga preocupação com saúde de Bolsonaro e questiona prisão. Detido na “Papudinha”, ex-presidente se mostra “abatido” e “sonolento”. Urgente!
O ex-vereador do Rio de Janeiro, ligado ao Partido Liberal (PL), compartilhou informações sobre o estado de saúde de Jair Bolsonaro, seu pai. Segundo o político, Bolsonaro estava “sonolento” e “abatido” durante uma visita recente. A atualização veio após uma visita à sede do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”.
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O ex-presidente, que permanece no local desde o mês passado, foi transferido da Superintendência da Polícia Federal.
O ex-vereador expressou sua crescente preocupação com a situação de Bolsonaro, mencionando que ele “se questionava sobre uma prisão que jamais deveria existir, já que não cometeu crime algum”. Ele também destacou que “mais um dia se passou” e que sua preocupação aumentava ao observar a “normalização do que estão fazendo”.
Desde a transferência para a “Papudinha”, Bolsonaro passou a receber acompanhamento médico contínuo, além de visitas de advogados e conversas diárias com antigos subordinados. A unidade prisional também se tornou um ponto de articulação política, com discussões sobre alianças e decisões estratégicas.
Outras figuras importantes do bolsonarismo, como o ex-ministro Anderson Torres e o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques, também estão detidos no local, assim como o ex-vice-governador do Distrito Federal Benedito Domingos e o ex-secretário de Saúde do DF Francisco Araújo.
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A defesa de Bolsonaro protocolou um pedido para que ele passe a cumprir a pena em regime de prisão domiciliar, alegando um “risco de morte” durante a permanência na unidade prisional. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
A defesa argumenta que o estado de saúde do ex-presidente é “precário” e que os riscos são “já comprovados”, com base em parecer técnico assinado pelo médico Cláudio Birolini, que o acompanha.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou a prisão de Bolsonaro devido à possibilidade de uma vigília organizada pelo senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, que poderia causar aglomeração e riscos para terceiros. O ministro citou o risco de manifestações semelhantes às que ocorreram no final de 2022, com consequências imprevisíveis.
A Polícia Federal informou que a tornozeleira eletrônica de Bolsonaro foi desativada.
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