Bolsas da Europa em Rota Cativa: Impacto de Sanções e Incertezas Globais!
Bolsas da Europa em queda! Incertezas no comércio e sanções à Rússia impactam mercados. Acompanhe a volatilidade e o impacto nas montadoras e setor defesa
As bolsas da Europa encerraram a sessão de terça-feira (24) com um desempenho fragmentado, sem uma direção clara. O mercado demonstrava cautela, impulsionado por uma menor disposição para assumir riscos. Essa postura se refletia em uma taxa de 10%, significativamente abaixo da alíquota que o ex-presidente Donald Trump havia mencionado anteriormente.
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Em Londres, o índice FTSE 100 registrou uma leve queda de 0,04%, fechando em 10.680 pontos. Em Frankfurt, o DAX avançou 0,12%, atingindo os 25.021 pontos. Em Paris, o CAC 40 subiu 0,26%, fechando em 8.519 pontos. Em Milão, o FTSE MIB apresentou uma retração de 0,10%, encerrando a sessão em 46.651 pontos.
A situação em Madri também foi negativa, com o Ibex 35 registrando uma queda de 0,38%, fechando em 18.218 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve um desempenho positivo, avançando 0,25%, e fechando em 9.269 pontos.
Impacto nas Montadoras
O setor automotivo foi particularmente atento à situação. A decisão do Parlamento Europeu de adiar a votação sobre o acordo comercial entre os EUA e a União Europeia gerou incertezas. Como resultado, ações de grandes montadoras, como Volkswagen, BMW e Renault, apresentaram ganhos significativos.
No entanto, dados recentes da Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA) indicavam que as três montadoras haviam enfrentado uma queda nas vendas de veículos em janeiro, devido à crescente competição com fabricantes chineses.
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Sanções à Rússia e o Setor Defesa
Além das questões comerciais, a geopolítica também influenciou o mercado. O Reino Unido anunciou um pacote de sanções abrangente contra a Rússia, em meio ao conflito na Ucrânia. Essa medida impulsionou o setor de defesa, com avanços nas ações de empresas como Leonardo (Itália) e Rheinmetall (Alemanha).
Perspectivas do Banco da Inglaterra
O presidente do Banco da Inglaterra (BoE), Andrew Bailey, sinalizou que a inflação deve se aproximar da meta de 2% em abril. Ele também indicou que o BoE considerará, nas próximas reuniões de política monetária, se um corte de juros seria apropriado.
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