Bolsas da Europa em Queda Drástica: Impacto de Crises Globais e Críticas de Trump

Mercados Europeus em queda! Aversão ao risco e incertezas globais abalam bolsas como Londres, Frankfurt e Paris. Saiba mais!

20/03/2026 16:59

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(Imagem de reprodução da internet).

Mercados Europeus Encerram Semana com Queda, Impactados por Incógnitas Globais

As principais bolsas da Europa fecharam a sessão de sexta-feira (20) com quedas significativas, consolidando um desempenho negativo na semana. A aversão ao risco pairava sobre o continente, impulsionada por fatores como as pressões persistentes sobre os custos de energia e a cautela demonstrada pelos bancos centrais em face do conflito no Oriente Médio.

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Em Londres, o FTSE 100 registrou uma queda de 1,44%, fechando aos 9.918 pontos. Na semana, a variação foi de 3,56%. Em Frankfurt, o DAX apresentou uma queda de 1,94%, atingindo os 22.397 pontos, com uma descida semanal de 4,88%. Em Paris, o CAC 40 cedeu 1,82%, fechando aos 7.665 pontos, com uma queda de 4,1% na semana.

As oscilações também foram observadas em Milão, onde o FTSE MIB recuou 1,97%, a 42.840 pontos, cedendo 2,97% na comparação semanal. Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,20%, a 17.038 pontos, com uma baixa de 7,22% na semana. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 2,13%, a 8.756 pontos, com uma queda de 2,12% na semana.

Inicialmente, os mercados haviam demonstrado sinais de recuperação, impulsionados por uma reversão nos preços do petróleo, em meio aos desdobramentos da guerra entre os Estados Unidos e Israel. No entanto, essa recuperação não se sustentou. Analistas do Goldman Sachs destacaram a “notável resiliência” das ações europeias diante do conflito no Oriente Médio.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou suas críticas aos aliados da OTAN, em uma postagem em rede social. Em contrapartida, alguns países do bloco militar se comprometeram a garantir o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz e a implementar medidas de apoio ao mercado de energia.

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No Reino Unido, o juro dos títulos do governo (Gilts) com vencimento em dez anos atingiu o maior nível desde 2008, refletindo a pressão inflacionária causada pelos preços de energia. Os bancos centrais da França e da Alemanha, liderados por François Villeroy de Galhau e Joachim Nagel, mantiveram a taxa de juros inalterada, deixando a possibilidade de um aumento em aberto.

A Unilever anunciou ter recebido uma oferta preliminar de aquisição, mantendo conversas com a McCormick & Company, que também confirmou as negociações. As ações da empresa britânica subiram 0,4% em Londres.

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