Bolsa Família: Novo Salário Mínimo e Regra de Proteção em 2026 Atualizada

Bolsa Família: Novo Salário Mínimo de 2026 impacta benefícios! R$ 1.621 altera regras do programa. Saiba como funciona a Regra de Proteção

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Novo Salário Mínimo e Impacto no Bolsa Família em 2026

Com a entrada em vigor do novo salário mínimo de R$ 1.621 em 1º de janeiro de 2026, houve um reajuste de 6,79% nos valores pagos a milhões de trabalhadores e aposentados. No entanto, para os beneficiários do Bolsa Família, o cenário é diferente.

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As regras do programa não acompanham o aumento do salário mínimo, e o valor da parcela não será automaticamente reajustado.

Limites de Renda e a Regra de Proteção

O salário mínimo é utilizado como referência para medir a pobreza no Brasil. Com o aumento, o limite de renda para que uma família possa se inscrever no Cadastro Único (CadÚnico) também foi elevado. Famílias com renda mensal de até R$ 810,50 por pessoa (meio salário mínimo) agora podem ser registradas no sistema.

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Para ter direito ao Bolsa Família, a regra de entrada continua sendo a renda per capita de até R$ 218 mensais. É importante ressaltar que o programa é uma transferência de renda com valores fixos por decreto, diferente do INSS e do BPC, que são atrelados ao salário mínimo.

Regra de Proteção em 2026

A Regra de Proteção é um benefício importante para quem já recebe o Bolsa Família. Ela garante que a família não perca o benefício imediatamente caso consiga um emprego ou tenha um aumento na renda familiar. Com o novo salário mínimo, o teto da Regra de Proteção foi atualizado.

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Se a renda por pessoa da sua casa subir, você pode continuar recebendo 50% do valor do benefício por até dois anos, desde que essa renda não ultrapasse R$ 810,50 por integrante. É fundamental informar mudanças de renda espontaneamente para evitar bloqueios surpresa e garantir o uso da transição segura da Regra de Proteção.

Dicas e Informações Importantes

Jamille Novaes, especialista em economia popular e programas sociais, ressalta que o foco do governo continua sendo a manutenção dos bônus extras: R$ 150 para crianças de até 6 anos; R$ 50 para gestantes, nutrizes e jovens de 7 a 18 anos. Para garantir o acesso contínuo ao benefício, é crucial que a soma de todas as rendas dividida pelo número de moradores da família ainda esteja dentro dos limites estabelecidos pelo programa.

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