Pagamento da Parcela de Março do Bolsa Família Chega a 18,73 Milhões de Famílias
A parcela de março do Bolsa Família foi depositada nesta quinta-feira, 19 de março de 2026, para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) que terminam com o dígito 2. O valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas, considerando os adicionais, o valor médio do benefício alcança R$ 683,75.
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O programa do Governo Federal, que atinge 18,73 milhões de famílias neste mês, representa um investimento de R$ 12,77 bilhões.
Adicionais e Programas Associados
Além do valor básico, os beneficiários recebem três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz oferece seis parcelas de R$ 50 para mães de bebês com até seis meses de idade, visando garantir a alimentação infantil. Também há um acréscimo de R$ 50 para gestantes e nutrizes (mães que amamentam), R$ 50 para cada filho entre 7 e 18 anos e R$ 150 para crianças até 6 anos.
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Pagamento Unificado em Áreas Vulneráveis
O pagamento foi realizado em um sistema unificado nesta quarta-feira, 18 de março de 2026, em 171 cidades de nove estados. A iniciativa beneficiou moradores de 126 municípios do Rio Grande do Norte, afetados pela seca, e cidades em Minas Gerais, como Juiz de Fora, Ubá, Patrocínio do Muriaé e Formiga, que sofrem com enchentes.
Outras localidades beneficiadas incluem Amazonas (3), Bahia (17), Paraná (1), Piauí (1), Rio de Janeiro (4), Roraima (6) e Sergipe (9), que enfrentam desafios como chuvas, estiagens ou possuem populações indígenas em situação de vulnerabilidade.
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Regras de Proteção e Benefícios Temporários
Cerca de 2,35 milhões de famílias estão sob a regra de proteção em março. Essa modalidade permite que famílias que conseguem emprego e aumentam sua renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada membro da família consiga um emprego com salário equivalente a até meio salário mínimo.
No mês de março, o benefício médio para essas famílias é de R$ 368,97. A regra de proteção foi ajustada em 2025, reduzindo o tempo de permanência de dois para um ano, mas essa mudança se aplica apenas às famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025.
Aquelas que estavam na regra até maio de 2025 continuam recebendo 50% do benefício por dois anos.
