BNDES Destina R$ 4,3 Bilhões para Projetos Climáticos Sustentáveis em 2026

BNDES destina R$ 4,3 bilhões para projetos climáticos no Brasil! Banco investe em fundos de equity e crédito para sustentabilidade ambiental.

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(Imagem de reprodução da internet).

BNDES Destina Recursos para Projetos Climáticos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou na segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, a definição de sete fundos de investimento que receberão financiamento para projetos relacionados ao clima. A escolha dos fundos foi resultado da análise de 45 propostas submetidas por gestores nacionais e internacionais.

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Os recursos serão aplicados exclusivamente em empresas e projetos brasileiros.

Os fundos selecionados se dividem em duas categorias principais: Transformação Ecológica e Soluções Baseadas na Natureza. O BNDES disponibilizará um total de R$ 4,3 bilhões para essas iniciativas. A estratégia visa impulsionar o desenvolvimento de projetos que promovam a redução de emissões e a sustentabilidade ambiental.

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Fundos de Equity Selecionados

Entre os fundos de equity escolhidos na categoria Transformação Ecológica, destaca-se o Catalytic Transition Fund Brazil FIP Multiestratégia, que receberá até R$ 1 bilhão do banco. O EB Clima 2 – Transição Energética & Descarbonização IS FIP Multiestratégia terá um aporte de até R$ 500 milhões, enquanto o Generation Just Climate Brasil FIP contará com até R$ 800 milhões.

Fundos de Soluções Baseadas na Natureza

Na categoria de Soluções Baseadas na Natureza, foram selecionados dois fundos de equity: o Patria Latam Reforest Fund 1 FIP Multiestratégia IS e o The Amazon Reforestation Fund 2 FIP Multiestratégia IS – Mombak, cada um com um aporte de até R$ 500 milhões.

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Fundos de Crédito

Além dos fundos de equity, foram escolhidos dois fundos de crédito na modalidade Transformação Ecológica: o Vinci Crédito Soluções Climáticas FIC FIM e o FIDC Clima Riza Farma, ambos com um aporte de até R$ 500 milhões.

Projetos Beneficiados

Os investimentos contemplam projetos de restauração de mais de 90 mil hectares nos biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. Os recursos também serão direcionados para iniciativas como descarbonização industrial, economia circular, biocombustíveis, hidrogênio verde, tecnologias para redução de emissões, além de projetos em setores como indústria de baixo carbono, aço, cimentos verdes, minerais críticos, hidrogênio e biomassa.

Os projetos incluem ainda iniciativas de resíduos e economia circular, sistemas alimentares sustentáveis, energia renovável, eletrificação, digitalização e armazenamento de energia. A recuperação de áreas degradadas por meio da restauração de florestas nativas no Arco da Restauração, na Amazônia, além dos biomas Cerrado e Mata Atlântica, também será um foco importante.

Antes da efetivação dos aportes, os fundos selecionados passarão por uma etapa de diligência e definição final das condições de investimento. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, afirmou que a iniciativa é estratégica para posicionar o capital privado no Brasil, bem como o cumprimento das metas de redução nas emissões.

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