Bitcoin supera o ouro? JPMorgan alerta para nova atratividade! 🚀 Analistas apontam que a criptomoeda se torna uma opção mais interessante a longo prazo. Saiba mais!
Uma recente análise do JPMorgan, divulgada pelo Investing.com, sugere que o Bitcoin está se mostrando mais atraente do que o ouro a longo prazo. O banco destaca que a atratividade relativa da criptomoeda em relação ao metal se intensificou após um período de divergência entre os dois ativos, marcado por um desempenho robusto do ouro e um aumento significativo na sua volatilidade.
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A avaliação é do estrategista quantitativo Nikolaos Panigirtzoglou.
Panigirtzoglou explicou que o desempenho superior do ouro em comparação com o Bitcoin desde outubro passado, aliado ao aumento da volatilidade do ouro, fez com que o Bitcoin parecesse uma opção mais interessante a longo prazo. O banco acredita que essa dinâmica altera a relação risco-retorno entre os dois investimentos alternativos, que tradicionalmente são vistos como formas de proteção contra a instabilidade econômica.
O JPMorgan ressaltou que o mercado cripto enfrentou desafios nas últimas semanas, com uma combinação de fatores negativos, incluindo a fraqueza de ativos de risco e uma correção em metais como ouro e prata. O ataque à Step Finance, ligado ao ecossistema da Solana, que resultou em perdas de US$ 26 milhões, também contribuiu para o sentimento de incerteza.
Apesar da queda nos preços, as liquidações de posições foram moderadas, com uma redução na alavancagem em contratos futuros perpétuos e menor atividade em derivativos de Bitcoin e Ether negociados na CME.
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O banco observou que os ETFs à vista continuaram registrando saídas, indicando um sentimento negativo tanto entre investidores institucionais quanto de varejo. Panigirtzoglou comentou sobre a contração no mercado de stablecoins, mas avaliou que o movimento foi uma reação tardia à diminuição do valor total do mercado cripto, e não uma retirada estrutural de capital.
A queda recente do Bitcoin o levou ainda mais abaixo do seu custo estimado de produção, que gira em torno de US$ 87 mil – um patamar historicamente considerado um piso flexível de preços.
O ponto central da análise do JPMorgan é a melhora do potencial do Bitcoin, considerando o risco em relação ao ouro. A proporção de volatilidade entre Bitcoin e ouro caiu para 1,5, um novo mínimo. Para se igualar ao nível de investimento do setor privado em ouro, o Bitcoin precisaria de um valor de mercado de US$ 266 mil, reforçando a ideia de que o espaço relativo do ativo digital frente ao metal se ampliou no longo prazo.
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