Bitcoin recua após US$ 91 mil: especialistas alertam sobre desafios e incertezas no mercado. Confira!
Na quinta-feira, 8, o bitcoin registrou uma retração em sua cotação, atingindo valores próximos a US$ 91 mil. Essa movimentação ocorre após um início de 2026 marcado por uma trajetória ascendente. Especialistas apontam que a criptomoeda enfrenta desafios técnicos e uma possível falta de demanda compradora robusta para sustentar uma nova alta.
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Atualmente, o bitcoin é negociado a US$ 91.228, com uma queda de 3% nos últimos 24 horas, conforme dados fornecidos pelo CoinMarketCap. Desde o começo do ano, a criptomoeda ainda apresenta um ganho superior a 4%.
A dificuldade do bitcoin em ultrapassar a resistência dos US$ 94.5 mil, observada na segunda-feira, 5, é um ponto de atenção. Até o momento da publicação, a moeda digital não conseguiu atrair demanda suficiente para romper essa barreira.
Para que o ativo continue em alta, é necessário superar os US$ 94.5 mil com uma demanda compradora significativa, visando atingir os próximos objetivos de preço, que incluem os valores de US$ 101.3 mil e US$ 105 mil. No entanto, se a pressão vendedora persistir, os níveis de suporte se encontram nas áreas de valor de US$ 89.140 e US$ 82.2 mil.
Os mercados globais apresentaram um desempenho variado, com a recuperação parcial dos preços do petróleo após recentes quedas, influenciada por tensões geopolíticas, incluindo questões relacionadas ao petróleo venezuelano. Essa situação sustentou uma leve alta nas commodities.
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Os mercados de ações oscilaram na Ásia, com o índice Nikkei em declínio e futuros de ações dos EUA praticamente estáveis, enquanto investidores aguardam o relatório de emprego dos EUA, que terá impacto nas expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve.
A expectativa de preço para o bitcoin no curto prazo é considerada neutra a levemente positiva. A recuperação dos preços do petróleo e o clima de liquidez global, em meio à expectativa de cortes de juros nos EUA, tendem a favorecer ativos como o bitcoin.
Contudo, a incerteza decorrente de fatores geopolíticos e dados macroeconômicos mistos limita a força de uma alta expressiva, podendo resultar em consolidação ou movimentos laterais até a divulgação dos dados de emprego norte-americanos.
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